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Especial
Mais cem anos

A mensagem de hoje no festival é brincar de boi

Caprichoso e Garantido reafirmam, na tradição, as bases de um novo centenário 30/06/2013 às 11:10
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Sinhazinha Thainá Valente se despede este ano, do Festival de Parintins
Mariana Lima e Jony Clay Borges Parintins

A paixão que tornará o Caprichoso vivo nos próximos cem anos é o tema da apresentação do boi na noite deste domingo(30). Abrindo a última noite do festival, o boi azul e branco pretende mostrar na arena que tem fôlego para agüentar mais um centenário.

“Nós vamos festejar junto com o nosso boi. Comemorar junto com ele esse centenário. Vamos mostrar na arena o que nós sentimos quando ele entra no bumbódromo”, disse a vice presidente do boi Caprichoso, Socorro Carvalho.

O sentimento de amor pelo Caprichoso em 2013, que impulsionará a construção de um novo centenário, será tema da última apresentação do touro negro, que começará a partir das 20h deste domingo(30).

“Essa última noite servirá para nós mostrarmos a história do Caprichoso de hoje e daqui para frente. Como uma semente que está plantada, enraizada e que não corre o risco de morrer pelos próximos anos”, afirmou.

Homenagem

A última noite do festival deste ano servirá como uma grande festa de comemoração pelos cem anos do boi. Par isso, os artersões do Caprichoso prepararam uma apresentação cheia de cores e folclore.

Na arena, a tradição de brincar de boi e a origem plural do Caprichoso marcarão a apresentação do bumbá azul e branco.

Em paralelo, ocorrerá uma homenagem à vida dos caboclos artesãos que fizeram história nos galpões do Caprichoso e acompanharam a evolução do boi da quadra ao Bumbódromo.

Na última noite de comemorações do centenário, o Caprichoso pretende deixaras pessoas com um gostinho de quero mais, mais cem anos de brincadeira azul e branca!

Garantido

Depois de revive rsuas origens nas duas primeiras noites do 48º Festival Folclórico de Parintins ,o Garantido celebra sua evolução ao longo de 100 anos de História. Num espetáculo como tema “Resistência e consagração”, que encerra a trilogia “Garantido, o Boi do Centenário”, o bumbá vermelho liga o passado ao presente e vislumbra o futuro de um novo centenário que nasce.

“Depois que passa aos herdeiros de Lindolfo Monteverde, a brincadeira ganha outro formato e sua fama se espalha pelo Brasil como uma das maiores expressões culturais Do Norte”,diz Chico Cardoso, da Comissão de Arte do Garantido.

A força da brincadeira do povo humilde da Baixa do São José abre espaço a uma homenagem a Ajuricaba e Zumbi dos Palmares,símbolos da resistência de índios e negros, na Celebração Folclórica“Resistência e consagração”,com alegoria de Antonio Cansanção.

O Garantido quer surpreender os fãs trazendo novidades à arena. Uma delas é um cavalo mecânico, que comprova a vocação vermelha de equilibrar inovação com tradição.

Magia e emoção

A festa promete empolgar os torcedores desde a abertura, com a Lenda Amazônica do Juma. Criada por Francinaldo Guerreiro,ela traz à arena o terrível gigante que desperta para defender a Mãe Natureza. Logo em seguida,vêm a Celebração Folclórica e a Figura Típica Regional do Juteiro,esta em alegoria de Vandir Santos.

A noite termina como Ritual Indígena Ofaié. O mito da criação da fauna surge em alegoria de Jairzinho Mendes, com direito a inúmeros seres híbridos e um enorme Bugio que transforma os índios ofaiés nos bichos do mundo, encerrando a celebração do centenário vermelho com assombro e grandiosidade.

 

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