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A história sobre o dinheiro é contada na avenida pela G.R.E.S. Balaku Blaku

Com as cores ouro, vermelho e branco, a agremiação carrega na avenida o enredo 'Quem Desdenha Quer Comprar: Uma Odisseia Contada em Cifrões' 10/02/2013 às 21:32
Show 1
Balaku Blaku na avenida
Laynna Feitoza e Luana Gomes Manaus, AM

A história sobre o dinheiro, desde a criação de seu símbolo principal, o cifrão, passeando pelos amuletos de sorte até os benefícios e malefícios da supervalorização dos bens materiais é o corpo principal do Grêmio Recreativo Escola de Samba Balaku Blaku este ano, que iniciou seu desfile às 00h deste sábado (09).

Acompanhados pelas cores ouro, vermelho e branco, a agremiação carrega na avenida o enredo 'Quem Desdenha Quer Comprar: Uma Odisseia Contada em Cifrões', que mostrará no seu desfile elementos relacionados ao dinheiro retratados pela realidade e pelas mídias, como a criação do primeiro banco, e a lembrança de personagens do desenho como o Tio Patinhas e Riquinho Rico.

Com 36 anos de existência e pouco mais de 3.000 componentes, a Balaku Blaku, nascida no bairro Centro, possui no desfile 24 alas e 4 alegorias, o enredo da escola promete mostrar também que a verdadeira felicidade não pode ser adquirida por dinheiro, ressaltando a importância de cada indivíduo.

A história começa na avenida a partir da comissão de frente, composta por 14 bailarinos, onde o trajeto de Djebel-El-Tarik, general que conquistou a Espanha, é reproduzido na passarela. Tarik, que é acompanhado do exército omíada, segue a Águia de Ouro, que os conduz em uma viagem que parte da Arábia com rumo à Europa. Todos os adereços da alegorias foram marcados fortemente pelo tom ouro.

Uma das alas representou a Corte Portuguesa e suas influências econômicas sobre o país, cujo casal de mestre-sala e porta-bandeira encarnou o rei e a rainha de Portugal, Dom João VI e Carlota Joaquina.

Algumas dificuldades foram enfrentadas pela escola de samba antes do desfile. Um barracão da agremiação pegou fogo e queimou alguns componentes como tecidos e alguns adereços, e um incêndio acidental rompeu na casa do carnavalesco Fabiano Fayal, às 4h da madrugada deste sábado (09), queimando componentes de 3 tripés, segundo o presidente da escola, Ernani Ferreira. Por conta do incidente, a escola desfilou sem os 3 itens. O desfile da agremiação durou 1h e 6 min.

A Balaku Blaku foi a quarta escola a desfilar, depois de Presidente Vargas, Vitória Régia e Grande Família.

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