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Após chegada tumultuada, Aécio Neves vota em BH e se diz 'tranquilo e confiante'

Em meio ao tumulto com a chegada do candidato, um dos vidros da janela de sua sala de votação foi quebrado. O candidato também acompanhou a sua mulher na sala ao lado para que ela votasse 26/10/2014 às 09:41
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Depois de votar, Aécio concederá entrevista coletiva no Hotel Mercure, a cerca de 200 metros da Escola Estadual Governador Milton Campos.
Reuters Brasil Belo Horizonte (MG)

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, votou na manhã deste domingo (26) em Belo Horizonte, depois de uma chegada tumultuada ao local de votação e sob gritos de apoio à sua candidatura.

Aécio, vestindo azul e muito sorridente, entrou na sala de votação por volta das 10h28, cumprimentou os mesários e em poucos segundos votou. Em seguida, o candidato posou para fotos ao lado da mulher, Letícia, fazendo com as mãos o número de seu partido, 45, e o sinal da vitória.

"Estou tranquilo, confiante.... fiz a minha parte" disse rapidamente o candidato tucano a jornalistas ao deixar o local de votação.

Em meio ao tumulto com a chegada do candidato, um dos vidros da janela de sua sala de votação foi quebrado. O candidato também acompanhou a sua mulher na sala ao lado para que ela votasse.

As últimas pesquisas Datafolha e Ibope não apontaram um favoristimo claro na disputa entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio, ainda que a presidente tenha uma vantagem de 4 e 6 pontos percentuais, respectivamente.

Aécio votou onde Dilma estudou

Aécio Neves votou no Colégio Estadual Central, como é conhecida a atual Escola Estadual Governador Milton Campos. Na escola pública, Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, prestou concurso e ingressou em 1964, para cursar todo o ensino médio.

Dilma foi admitida no colégio no mesmo ano do Golpe Militar. Na biografia da candidata na página da Presidência da República na internet, é descrito como, naquela época, um “centro da efervescência estudantil da capital mineira”. Foi lá que, aos 16 anos, Dilma iniciou a vida política, integrando organizações de combate ao regime militar.

Pelos bancos do Colégio Estadual Central também passaram outros alunos que se tornaram personalidade do país, como o escritor Fernando Sabino, o cartunista Henfil e seu irmão, o sociólogo Betinho, o recém-eleito governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, o ex-jogador tricampeão mundial de futebol Tostão e o ator José Mayer.











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