Segunda-feira, 25 de Maio de 2020
FOLIA ORGANIZADA

Bloco X-Cabloquinho dá show de limpeza no CSU do Parque 10

Evento reuniu ontem 20 mil foliões. Bloquinho foi marcado pela limpeza e mensagens como "lugar de lixo é no lixo"



parque_dez_A67E0D86-F70B-4B7B-AB07-8FB3BBE02E89.JPG Foto: Divulgação
01/03/2020 às 14:04

Com público rotativo de 20 mil pessoas no sábado (29), o Bloco X-Cabloquinho deu show não só de atrações e de ritmos como também de limpeza. No início da manhã deste domingo (1°), os organizadores do evento momesco foram até o Centro Social Urbano (CSU) do Parque 10, Zona Centro-Sul de Manaus, para fazer a última limpeza no local e retirar até a última serpentina. O objetivo é claro: deixar tudo do jeitinho que encontraram.

Quem foi para o bloquinho gratuito encontrou  facilmente muitas lixeiras pelo espaço. E os organizadores se preocuparam em sempre salientar que lugar de lixo é no lixo, além de pedirem para os foliões recolherem os resíduos dos materiais utilizados.



Rodrigo Abreu, um dos organizadores, explicou que antes do bloquinho ocorrer uma campanha de conscientização foi realizada. "A gente fez uma campanha bem ostensiva para falar sobre cada um jogando lixo no lixo. Divulgamos também que podiam trazer sacos na pochete para recolher o próprio lixo e depois jogá-lo nas lixeiras. Então o que restou aqui foi pouco se comparado com outros eventos grandes. O que viemos fazer hoje, nós organizadores nos reunimos, e viemos limpar o que restou. Na verdade o que sobrou foi mais lixo de bar. Aqui é um espaço público, social, e é o nosso dever manter isso limpo", destacou.

E não é a primeira vez que Rodrigo e seus amigos organizaram o evento. A estreia do X-Cabloquinho ocorreu em 2017, depois contou com mais uma edição em 2018 e em 2019 os idealizadores optaram por não fazer o bloco, com o intuito de melhorar o esquema organizacional, pois as primeiras edições foram feitas sem patrocínio e de 600 pessoas o público chegou a 3 mil. Agora, em 2020, o número foi para 20 mil.

"A gente não tinha patrocínio nenhum. É um evento digamos alternativo, para público misto, sem apelo dos grandes eventos, e é muito difícil conseguir patrocínio. Então como a gente oferece uma estrutura para uma quantidade grande de pessoas sem ter como bancar isso? Este foi o primeiro ano que conseguimos patrocínio que deu para nos ajudar", disse Rodrigo.

"A nossa expectativa era de 8 mil pessoas, mas ontem apareceu no rotativo 20 mil. Nós conseguimos reforço da Polícia Militar, o nosso corpo de segurança era grande e os bombeiros também nos ajudaram muito. E tivemos que limitar a entrada para proteger a todos ", acrescentou. Agora o jeito é esperar pelas travessuras do Bloco X-Cabloquinho em 2021.

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Editor do Portal A Crítica

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