Publicidade
Carnaval
Especiais

Caprichoso apresenta o espetáculo ‘Nas Cores do Brasil’ em sua última noite de Festival

Essa ideia deve começar a ser retratada através da Figura Típica Regional e Exaltação Folclórica, “Contador de Estórias e nas Cores do Brasil”, alegoria que foi confeccionada pelos artistas Jair Mendes, Teco Mendes e equipe 29/06/2015 às 00:56
Show 1
Caprichoso em sua segunda noite no Festival Folclórico de Parintins
Lorenna Serrão ---

CONFIRA AQUI GALERIA DE IMAGENS

O Boi Bumbá Caprichoso apresenta em sua última noite do 50º Festival Folclórico de Parintins com o tema Amazônia, que além de falar da preservação da natureza, também prioriza a construção social de um povo, o Touro Negro apresentará na terceira noite da festa dos Bumbás, o espetáculo “Nas Cores do Brasil”, com as diversas expressões de alegria, através da exaltação Folclórica, com todos os ritmos e estórias mostrando a diversidade do País.

Essa ideia deve começar a ser retratada através da Figura Típica Regional e Exaltação Folclórica, “Contador de Estórias e nas Cores do Brasil”, alegoria que foi confeccionada pelos artistas Jair Mendes, Teco Mendes e equipe.


Com muitos cânticos, danças e pajelanças do Pajé Ashaninka, o ritual Kamarampi, alegoria do artista Jucelino Ribeiro e equipe, surgirá na arena do Bumbódromo, com os índios do rio Amônia, que acreditam que quando a lua canibal devora o sol no eclipse solar, os portais de Sarinkavéni, o inferno Ashaninka, também conhecido como “a gigante gaiola das feras sobrenaturais”, se abrem dando passagem ao caos e a destruição do cosmos Ashaninika.

O artista Juarez Lima foi o responsável pela execução da Lenda Amazônica, “Serpentárias”, que contará a estória de Honorato e sua irmã Maria Caninana, que nasceram no Paraná do Cachoeirí, entre o Rio Amazonas e o Rio Trombetas. A mãe sentiu-se grávida quando se banhava no rio claro.

Os filhos eram gêmeos e vieram ao mundo na forma de duas serpentes escuras. Após batizá-los, a tapuia, os jogou nas águas do Paraná, porque não podiam viver em terra.

A ideia do boi azulado é mostrar, através dessa alegoria, as aventuras dos irmãos que dissertam sobre o bem e o mal que carregam os mitos e as lendas da Amazônia. Traduzindo em poesia, a crendice amazônica, recorrendo a utopias, mistérios e temores.

Publicidade
Publicidade