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Ciranda Flor Matizada apresenta a ‘A metáfora da Existência’ na última noite do festival

De forma sutil, mas sem fugir da realidade, a agremiação abordará assuntos como a rota do tráfico de drogas e a origem da Ciranda 30/08/2015 às 22:26
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Flor Matizada anima o Parque do Ingá na terceira e última noite do festival
Luana Carvalho e Paulo André Nunes Manacapuru (AM)

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A Ciranda Flor Matizada traz pela segunda vez um tema autoral. “Ordem e desordem, a metáfora da existência” é um grito de protesto contra a violência que tomou Manacapuru nos últimos anos. De forma sutil, mas sem fugir da realidade, a agremiação abordará assuntos como a rota do tráfico de drogas e a origem da Ciranda.

“A arte e a licença poética nos permitem trabalhar questões relevantes da realidade. Teremos um suporte importante de teorias contemporâneas, como Edgar Morin (antropólogo e filósofo) e Leonardo Boff (teólogo)”, relata Gaspar Fernandes, diretor e pesquisador cultural.

Quem vai conduzir a viagem é o seu Honorato, um personagem típico da ciranda original, que foi resgatado para desenvolver o tema. Ele não aceita a realidade e para entender os acontecimentos, precisa voltar aonde tudo começou.


Torcida da Flor Matizada lota o Parque do Ingá para a apresentação da agremiação, nesta noite

“Ele vai fazer essa viagem baseado na informação de que todas as memórias do universo estão em nós”. Os cirandeiros perpassam por várias épocas, pela ciência e pelo folclore até chegarem na “Batalha de Paz”, refletindo a ideia de que a desordem é necessária para uma nova ordem. Neste ano, a Ciranda traz uma alegoria de mais de 20 metros de altura, do artista parintinense Carlos Pizano.

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