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Coordenador do Peladão garante que o torneio não vai abandonar sua tradição de ser do povo

Arnaldo Santos, coordenador do Peladão desde 1998, é a memória viva da competição criada por Umberto Calderaro em 1973. Para a edição deste ano, Arnaldo e sua equipe desejam manter as raízes da disputa 19/09/2014 às 14:33
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Arnaldo Santos é coordenador do Peladão desde 1998
Jornal A Crítica ---

São 16 anos comandando uma verdadeira “cidade”, onde pessoas de todas os cantos, raças e classes sociais se reúnem aos finais de semana e esquecem as diferenças quando a bola começa a rolar. Arnaldo Santos, coordenador do Peladão desde 1998, é a memória viva da competição criada por Umberto Calderaro em 1973. Para a edição deste ano, Arnaldo e sua equipe desejam manter as raízes da disputa preservadas, mesmo em uma cidade bastante diferente daquela dos anos 70. “A Manaus de hoje é uma metrópole de 2 milhões de habitantes, de gente de todas as partes do mundo. Não é mais aquela cidade pacata da década de 70 em que o Peladão foi criado. Nosso trabalho todo é manter a nossa identidade e as tradições do Peladão vivas. O campeonato precisa continuar sendo uma ferramenta para o lazer e divertimento de todas as classes”, enumerou o coordenador.

Nos últimos anos, o Peladão utilizou a temática “Verde” em seu nome e envolveu uma série de ações ligadas à sustentabilidade. Após a realização da Copa do Mundo em Manaus, o campeonato volta a ser apenas o bom e velho Peladão. “A temática do Peladão Verde foi criada para ser o carro chefe de nossa candidatura para a Copa do Mundo. E a Fifa se encantou com isso. Trabalhamos questões como a sustentabilidade e a mobilidade juntos com o futebol. Contribuímos para a realização da Copa do Mundo em Manaus. Nossa missão foi cumprida. Agora começamos outra jornada”, explicou Arnaldo, que apesar dos 16 anos de trabalho na competição, ainda continua se encantando diariamente por ela. “Sempre tive a vida ligada ao esporte. E gosto de dizer que o Peladão será o meu adeus. Quero poder viver meus últimos minutos de vida aqui, fazendo o que eu mais gosto. Isso me dá saúde e me deixa muito feliz”.

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