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Diretoria da Aparecida se retira da sala de apuração do Carnaval 2017

Saulo Borges, e do seu vice, Fabricio Nascimento, saíram do local em forma de protesto pela classificação e a perda do título que se encaminhava até aquele momento 27/02/2017 às 12:42 - Atualizado em 27/02/2017 às 14:16
Show saulo
(Foto: Aguilar Abecassis)
Paulo André Nunes

Além da alegria dos dirigentes e torcedores da Reino Unido da Liberdade, a apuração das escolas do Grupo Especial foi marcada pela saída antecipada do Sambódromo do presidente da Aparecida, Saulo Borges, e do seu vice, Fabricio Nascimento, em forma de protesto pela classificação e a perda do título que se encaminhava até aquele momento – ao final configurou-se o quarto lugar para a agremiação com 266,7 pontos.

Neste ano a Aparecida trouxe para o desfile do Grupo Especial o enredo dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

“A gente até poderia até perder o Carnaval, mas não para escolas que fizeram seu Carnaval em 30, 40 dias e com fantasias de TNT e papelão. Será que a gente não sabe mais fazer Carnaval? Temos um componente acima do nível pra tentar elevar a qualidade do Carnaval de Manaus e é isso que recebemos em troca?”, desabafou Saulo Borges, que também é vice-presidente da Comissão Executiva das Escolas de Samba de Manaus (Ceesma).

Ele, aliás, criticou a própria entidade e disse que há um “racha” dentro da mesma, e que estuda seriamente a possibilidade da “Aparecida se desfiliar da Ceesma”.

“De um lado têm as escolas que ficaram em primeiro lugar e do outro as últimas”, completou o dirigente, que é um dos maiores campeões do Carnaval amazonense.

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