Terça-feira, 23 de Julho de 2019
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Em Manaus, ruas registram menos lixo eleitoral no início de votação do segundo turno

Zonas populosas como as Norte e Leste amanheceram mais limpas neste início de pleito. Semulsp recolheu no 1º turno cerca de 73,5 toneladas de 'santinhos'. Equipes de varrição devem atuar depois das 17h, segundo o órgão



1.jpg Locais de votação registraram menos acúmulo de lixo
26/10/2014 às 11:40

As ruas da capital amanheceram mais limpas neste domingo (26), dia de votação para o 2º turno das Eleições. No 1º turno, a Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp) recolheu 73,5 toneladas de ‘santinhos’ de candidatos. Somente dois locais foram encontrado sujos com lixo eleitoral nesta manhã. A Semulsp informou que equipes de varrição devem atuar depois do pleito.

A reportagem de ACRITICA percorreu várias ruas de Manaus durante este início de votação. Vias de bairros como o Riacho Doce e Cidade Nova, na Zona Norte, e do Jorge Teixeira, nas proximidades do Terminal de Integração 4, Zona Leste, não haviam registrado casos de poluição nas ruas. Até o momento, somente duas ruas, localizadas no bairro Nova Esperança e Alvorada, Zona Oeste e Centro-Oeste, foram flagradas com santinhos espalhados na sarjeta.

Rua em frente à Escola Estadual Ernesto Penafort, no São José 2, não apresentou santinhos espalhados (Foto: Lucas Silva)

Segundo a Semulsp, aproximadamente 125 integrantes da equipe de varrição da secretaria irão realizar a retirada dos ‘santinhos’ que ainda forem encontrados na capital. O órgão espera que a quantidade seja menor que a removida no 1º turno, tendo em vista o número inferior de candidatos. A operação deve iniciar por volta das 17h, informou a Semulsp.

Mais de 73 toneladas no 1º turno

O primeiro turno das Eleições na capital registrou a marca de 73,5 toneladas de lixo eleitoral removido das ruas. Na ocasião, a equipe de agentes de limpeza da Semulsp percorreu 408 locais de votação e demorou quatro dias para concluir o trabalho. O esforço extra de mobilização, com cerca de 300 garis pelo período da manhã, e outros 40 à noite, custou mais de R$ 207 milhões aos cofres públicos. 

*Colaborou a repórter Acyanne do Valle

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