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Exercícios ajudam brincantes antes da apresentação na arena do Cirandódromo, em Manacapuru

A preparação da porta-cores da Tradicional, Joelma Barroso, 24, é baseada em musculação, aulas de pilates e instruções diárias com professor de Educação Física 30/08/2015 às 11:00
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Habituada a malhar constantemente,a porta-cores da Ciranda Tradicional, Joelma Barroso, iniciou os treinos em abril, e intensificou os exercícios há algumas semanas.
Luana Carvalho e Paulo André Nunes ---

Quem observa os itens se desenvolvendo no Cirandódromo com um bailado sincronizado, o corpo em forma e disposição de sobra para dançar durante quase duas horas e meia, não imagina o quanto eles precisam se preparar para o grande dia. Muitos começam a preparação até três meses antes do Festival de Ciranda, com treinos e ensaios puxados para que tudo saia perfeito na arena.

Porta-cores da Ciranda Guerreiros Mura há oito anos, Sabrila Sales mistura técnicas de uma dança erudita com a popular para defender o estandarte da agremiação. Enquanto ensina “plié e relevé” para suas alunas de balé clássico, a professora de dança já aproveita para praticar seus exercícios diários.

Mas não para por aí. “Além das aulas que dou no meu estúdio, faço academia, treino funcional e ensaio pelo menos duas horas todos os dias”, conta. Nem toda a experiência de mais de 10 anos de cirandeira dispensa uma preparação árdua para receber as melhores notas.

“Na hora da apresentação eu encarno um personagem. Não é mais Sabrina, é diferente. No dia é outra pessoa, entra a porta-cores e não tem explicação para a emoção que a gente sente, na hora a emoção é que te leva”.

Flor matizada

Apresentador de Ciranda há oito anos, e há cinco defendendo a Flor Matizada, Ivan Oliveira conta que a preparação acontece diariamente: “A minha preparação praticamente é no dia a dia, eu já trabalho na área, atuo na rádio Palmira FM, e está no meu cotidiano  essa questão de lidar com a comunicação e nos preparar pra grande apresentação”.

O item que ele defende exige um pouco mais de preparação intelectual. “Eu particularmente preciso estudar bastante o histórico e o tema. Meu preparo é mais de estudo, requer aprender para contar tudo que vai ser apresentado na arena, o significado de cada coisa”, reforça ele. “Além dos estudos, eu beijo muito”, brinca.

Tradicional

A preparação da porta-cores da Tradicional, Joelma Barroso, 24, é baseada em musculação, aulas de pilates e instruções diárias com o professor de Educação Física Miquéias Cunha, na academia Fisio Fitness em Manacapuru, e os coreógrafos Said Vieira e Rosana Carvalho. Habituada a malhar constantemente, ela iniciou os treinos em abril, e intensificou os exercícios há algumas semanas.

“Eu trabalho a respiração e a força. E essa preparação é importante porque precisamos de condicionamento físico maior visando o peso da fantasia e do costal e de toda indumentária. Só de coreografias eu trabalho de 2 a 3 horas e academia até umas 2 horas. Enfim: tudo isso é para que possamos evoluir bem na arena”, explica a item.

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