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Garantido discute sobre 'Vida e Renascimento' em sua última noite no 50° Festival Folclórico

O tem tem como ideia mostrar que o “homem é responsável pelas mazelas que causa ao mundo, mas é também a esperança de cura para esse mundo” 28/06/2015 às 22:37
Show 1
Garantido em sua terceira apresentação no Festival de Parintins
Lorenna serrão Parintins (AM)

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Na terceira e última noite do 50º Festival Folclórico de Parintins, o Garantido  entra na Arena às 20h, apresenta o espetáculo com o subtema “Vida e Renascimento”, que tem como ideia mostrar que o “homem é responsável pelas mazelas que causa ao mundo, mas é também a esperança de cura para esse mundo”.

 “É uma proposta inovadora do Garantido para este Festival. Em um paralelo ao auto do Boi Bumbá, em que o boi tem que morrer para o Pajé fazê-lo renascer para alegria do povo, o Garantido vem dizendo a todos que o show da vida não acaba na terceira noite. Ele convida o público para que em 2016 venha a Parintins,brincar de boi e ajudar a construir a mais bela festa do Amazonas”, explicou Mencius Melo, membro da Comissão de Arte.

 “O Garantido não encerrará a terceira noite, mostrará a continuidade de uma ideia. Que a vida do Festival Folclórico de Parintins, depois de 50 anos, continua. Por isso, nesse último momento, o Garantido celebra, promete e renasce, assim como no auto do Boi Bumbá, para que Parintins renasça sempre e o Festival continue na alma e no coração de todos”, completou Mencius.

A Celebração Folclórica, Auto do Boi Amazônico, do artista Zilkson Reis, mostra o ciclo biológico da vida e do renascimento. O Garantido imortal aos olhos do povo. Eterno na Figura Típica Regional, Coletores da Amazônia, do artista Ito Teixeira, fala da prática da coleta de alimentos em meio a floresta e a busca do sustento na fartura rústica da região, que tornou o homem um eterno aprendiz da natureza.

Considerado o grande ritual indígena do Xingu, a alegoria Kuarup, a festa do reviver, confeccionada pelos artistas Pingo de Souza e Manoel Sorin, simboliza o elo entre o mundo material e espiritual do povo xinguano. Um evento de cunho religioso em homenagem aos que partiram. Esse deve ser um dos grandes momentos da apresentação vermelha e branca.

A Lenda Amazônica, Ukarãmã, o povo das araras vermelhas, do artista Francinaldo Guerreiro, deve trazer a Cunhã-Poranga, Verena Ferreira. Nesse momento o Boi do Povão conta a lenda segundo os Arara, índios que habitam o igarapé Laranjal no Estado do Pará.

Segundo a diretoria do Bumbá encarnado, a apresentação da terceira noite promete, mais uma vez, emocionar a a galera vermelha e branca.

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