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Carnaval
OLHAR CRÍTICO

Jurados do Estandarte do Povo avaliam desfiles das escolas de Manaus

O resultado do prêmio será divulgado neste domingo, às 15h, na sede do Jornal A CRÍTICA.  11/02/2018 às 03:39
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(Foto: Evandro Seixas)
Silane Souza Manaus

Os jurados do Estandarte do Povo do Jornal A CRÍTICA, que premia as melhores escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval amazonense, elogiaram as apresentações, mas destacaram a falta de novidade das escolas. 

O resultado do prêmio será divulgado neste domingo, às 15h, na sede do Jornal A CRÍTICA. 

A cantora Karine Aguiar, pela primeira vez como jurada do Estandarte do Povo, disse que quem faz Carnaval no Amazonas está de parabéns. "A gente sabe que é muito difícil fazer Carnaval no Amazonas. Deixo aqui a minha admiração por todas as pessoas que fazem Carnaval hoje. Está sendo uma experiência maravilhosa esta de poder acompanhar como funciona os desfiles".

O professor João Fernandes, por sua vez, afirmou que as escolas aumentaram o número de integrantes, mas perderam a oportunidade de trabalhar isso positivamente em favor da agremiação. "Muita gente, mas sem uma boa distribuição de pessoa. A própria ala das baianas quase sem integrantes. Desfiles longos e sem muita novidade. 

O pedagogo e escritor Almir Barros Carlos disse que muitas escolas estão bem organizadas, mas outras não evoluíram. "Nota-se que tem escola grande, que pode ser comparar a Rio de Janeiro, São Paulo, enquanto outras ficam aquém. Nenhum samba representou o enredo. Eu achei os sambas fracos, mal organizados e até de péssimo nível".

O comunicólogo Gerson Albano, disse que houve  bons desfiles, momentos bonitos do Carnaval, mas houve também alguns problemas, como descuidos com fantasias, terminações de carros alegóricos. "Penso que é preciso considerar um pouco mais os detalhes das fantasias, gente com calçado e saia diferentes na mesma ala, não tem uma uniformidade. Uma coisa que observo também é questão dos carros, com acabamento ruim, alguns não têm nível da escola. Precisa de muito cuidado. Isso tá expostos no sambódromo. Não tem como esconder".

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