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Carnaval
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Visitantes encontram várias opções para vestir as cores dos seus Bumbás

São cocares indígenas, tiaras, colares de penas, brincos de sementes, penachos, prendedores de cabelo com enfeites de penas, camisas, bonés, chapéus, tops e demais acessórios nas cores azul me vermelho 26/06/2015 às 12:22
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Torcedores de Garantido e Caprichoso estão bem servidos de adereços
Cinthia Guimarães ---

Vale tudo para entrar no clima do Boi-Bumbá em Parintins. O que não faltam pela Ilha são acessórios para montar um ‘look marcante’, representando as cores da Amazônia.

É possível achar acessórios para todos os gostos, cores e bolsos, especialmente na feira de artesanato da Praça da Prefeitura, próxima ao Mercado Municipal, e nas barracas localizadas na feirinha da Catedral Nossa Senhora do  Carmo, na rua Amazonas, Centro de Parintins.

São cocares indígenas, tiaras, colares de penas, brincos de sementes, penachos, prendedores de cabelo com enfeites de penas, camisas, bonés, chapéus, tops e demais acessórios, principalmente nas cores azul e vermelha. Mas também são encontrados enfeites com penas branca, rosa, amarela, verde, vinho, preto e laranja.

Os crochês e tiaras com penachos custam R$ 50, os colares com sementes e penas custam a partir de R$ 35, os brincos e pulseiras feitas de artesanatos indígenas saem por R$ 10. Para montar o look completo, é possível encontrar camisas por R$ 20, chapéus por R$ 20, tops feitos de crochê por R$ 25.

 Vindos do município paraense de Oriximiná, os índios da etnia Wai Wai comercializam acessórios que usam sementes de morototó, presentes em colares com desenhos geométricos de borboletas e pássaros, a partir de R$ 5. A arte Saterê Maué, típica do município de Parintins também está representada na feira através de lindos cocares femininos.

Da natureza

Os produtos artesanais são confeccionados com penas artificiais, mas é possível encontrar alguns poucs acessórios como brincos e cocares indígenas feitos com penas de pássarosamazônicos, como arara, garça e mutum, apesar de proibidos. São encontradas também tangas e tops de fibras originárias da casca da envira ou do pau-brasil, os verdadeiros tururis.

De longe

De Macapá (AP), a cabeleireira Jandira Bessa vem há três anos consecutivos para Parintins engrossar o coro da torcida Azul e Branca, por quem se apaixonou desde a primeira vez. Este ano ela chegou acompanhada do marido e não perde a oportunidade comprar acessórios para enfeitar o visual e presentear os amigos. aproveito e levo mais para mim, é claro. Eu adoro penachos”, disse feliz da vida.

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