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Esportes
Pratas da casa

Crias da base do Nacional falam sobre a pressão da busca pelo acesso à Série C

Em momentos diferentes da carreira, Tiago Verçosa e Hayllan falam ao CRAQUE sobre a disputa da Série D 11/06/2016 às 15:25 - Atualizado em 11/06/2016 às 16:54
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Os dois jogadores também nasceram no Amazonas. Hayllan é natural de Manacapuru, já Tiago Verçosa nasceu na capital amazonense. (Foto: Winnetou Almeida)
Valter Cardoso Manaus-AM

O Nacional começa neste domingo (12) às 18h, contra o Genus-RO, mais uma jornada em busca da volta aos tempos áureos de sua história quando disputava os principais campeonatos do País e jogava contra os grandes times do futebol brasileiro.

A busca pelo acesso a Série C é o primeiro degrau dessa grande escada. Ano após ano o time tem fracassado na competição e repetido a mesma estratégia nas temporadas seguintes: Contratar um time novo após cada fracasso. 

Depois da eliminação na Copa do Brasil e Copa Verde, em abril, o Leão da Vila começou um novo processo de reformulação do elenco. Um novo treinador chegou e, em um mês, dez novos candidatos a heróis do acesso desembarcaram no CT Barbosa Filho. Em três amistosos com “cara nova” o time não convenceu e as novas armas de jogo não mostraram o poder de fogo que se esperava delas.

Em meio a tantos rostos novos, a torcida nacionalina pôde sorrir com antigos rostos conhecidos em campo. Tiago Verçosa, que já foi tratado como jóia nacionalina, foi revelado no time há quase dez anos e salvou a equipe de uma derrota contra o atual maior rival, Princesa do Solimões. Hayllan vem tendo boas apresentações e é a jóia da vez do Leão da Vila Municipal.

Filhos do Amazonas, os jogadores carregam além das chuteiras, a responsabilidade de levar o time em que foram criados, para novos voos, que é um desejo desde o início da carreira dos dois.

“Ser da casa é um fator a mais para se sentir bem porque você pode subir a equipe de onde você é, de onde representa, de onde veio”, disse Hayllan.
Hoje, aos 28 anos, Tiago Verçosa já participou das outras tentativas de acesso, mas lembra do início da carreira.

“Mesmo quando jogava nas categorias de base ainda, eu já tinha noção da pressão que era jogar no maior clube  do Amazonas, ainda mais se tratando de Campeonato Brasileiro, mas sempre procurei treinar bastante pra quando aparecer a oportunidade sempre estar preparado pra ajudar os companheiros dentro de campo”, lembrou Verçosa.

Já o garoto Hayllan se prepara para a sua segunda disputa de Série D. O atacante de 19 anos ainda está em processo de transição entre a equipe de juniores e o time profissional e chegou a jogar no time sub-20 esse ano.

“Não tinha nada certo que eu ia jogar (no time profissional), mas com muito trabalho e esforço eu venho conquistando meu espaço, venho trabalhando duro para cada dia me superar mais e estar no nível dos jogadores que chegam.  Porque são muito bons, são muito diferentes também. Então eu trabalho firme para também jogar como eles, do jeito que eles jogam, ter a experiência que eles passam para mim por ser mais novo”, falou o jogador. 

Relacionado para a partida contra o Genus, Tiago Verçosa já projeta trazer a alegria não só para o time que o revelou, como também para o Estado em que nasceu. “Temos agora uma estreia onde toda torcida, o Estado em geral, vai estar torcendo pro Nacional conseguir fazer um bom trabalho e conseguir nosso objetivo maior que e o acesso pra série C”, finalizou Verçosa.

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