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A um ano das Olimpíadas, presidente da comissão local traça panorama

A partir deste mês, a comissão chefiada por Mario Aufiero, em parceria com o Comitê Olímpico Organizador dos Jogos Rio 2016, irá realizar uma série de ações com objetivo de plantar a semente dos esportes olímpicos na cidade 04/08/2015 às 20:27
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Mário Aufiero comanda o Comitê Olímpico local que vai organizar o futebol
Felipe de Paula Manaus (AM)

Nesta quarta-feira, em cerimônia oficial de abertura do ano olímpico no Teatro Amazonas, às 17h, a cidade assume oficialmente o compromisso de sediar o evento com assinatura do Host City Contract (Contrato de Cidade-sede). A exatamente um ano e um dia para o primeiro jogo do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de 2016 em Manaus, a capital amazonense se prepara para atingir o status de cidade olímpica. Responsável por chefiar a Comissão Organizadora dos Jogos Olímpicos no Estado do Amazonas, o delegado da Polícia Civil e secretário de estado estraordinário Mário Aufiero, conversou com a reportagem do CRAQUE para falar sobre os preparativos, desafios e legado dos jogos na cidade.

Nos dia 4, 7 e 9 de agosto de 2016, Arena da Amazônia, Estádio Carlos Zamith, Sesi e Estadio Ismael Begino - a Colina, recebem seis partidas em rodada dupla dos torneios masculino e feminino de futebol. Porém, uma partida das quartas de final da competição também tem grandes chances ser realizada na cidade, conta o secretário Mário Aufiero. “(De zero a dez) Temos “sete” de chance de Manaus receber uma partida das quartas de final”, disse.Perguntado se colocando o projeto de organização e preparação da cidade como uma obra, quantos por cento dessa obra já havia sido concluída, Aufiero disse que 50% da estrutura necessária para sediar o evento já está pronto. Trata-se da Arena da Amazônia Vivaldo Lima, dos COTs (Centros Oficiais de Treinamento) Carlos Zamith, no Coroado, e Ismael Benigno - a Colina, no São Raimundo. Outro campo, o do Clube do Trabalhador - Sesi, também deve ser inserido no torneio.


Legado social

A partir deste mês, a comissão chefiada por Mario Aufiero, em parceria com o Comitê Olímpico Organizador dos Jogos Rio 2016, irá realizar uma série de ações com objetivo de plantar a semente dos esportes olímpicos na cidade, perpetuando um legado que vai além do selo turístico de cidade olímpica e atinge a necessidade de fomentar o esporte na base.No dia 29 deste mês, a Vila Olímpica será palco do lançamento do Festival Tranforma, que comtemplará cerca de 250 mil alnos de escolas públicas do Amazonas com objetivo de introduzi-los aos esportes olímpicos e fomentar o espírito olímpico na cidade. “Vamos levar os olímpicos para dentro das escolas e promover festivais (oito, no total) esportivos nas comunidades por meio das vilas olímpica e dos centro de convivência social”, explicou.

Imaginando que o projeto de organização e preparação da cidade para receber os jogos seja quase como uma obra. Em que fase desta obra está o processo?

A “obra” está encaminhada 50%. A parte estrutural, a Arena da Amazônia e os dois COTs (Colina e Carlos Zamith) já estão aprovados. Haverá mais um campo de futebol, que deve ser o do Sesi. Os outros 50% são as modernizações (cobertura dos estádios menores, por exemplo) e demais ações que o comitê local irá desenvolver no âmbito da saúde, segurança, projetos sociais, etc.


2 Qual o grande desafio de receber parte das Olimpíadas em Manaus?

O grande desafio é realmente engajar toda a população amazonense ao espírito olímpico. Diferente da Copa, ela é muito maior, mais grandiosa, e temos valores pré-definidos, valores de engajamento, união, superação. O desafio é multiplicar esses valores em toda a sociedade amazonense.

3 O senhor é da área de segurança pública. Como vê o impacto da onda de violência em Manaus nos jogos?

É um problema de todas as cidades grandes do Brasil. A questão está sendo muito bem conduzida pelo Secretário de Segurança Sérgio Fontes e a nível de Comitê Organizador, não houve nenhuma interferência negativa.

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