Sábado, 25 de Maio de 2019
Defensor do Amazonas

Aldo Rebelo, defensor ferrenho da Copa no Amazonas

Em visita a Manaus, Ministro do Esporte volta a defender de forma veemente a Copa do mundo na cidade



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Ministro visitou a Arena da Amazônia ao lado do prefeito Artur Neto
19/04/2013 às 10:36

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, defendeu que o Brasil precisa que a Copa do Mundo de 2014 aconteça em Manaus muito mais do que a própria cidade e que o Mundial será mais completo tendo uma sede na maior metrópole tropical do planeta. “O Brasil precisa que a Copa seja em Manaus, pois esse acontecimento internacional e a fantasia que o envolve será mais completo, mais representativo. É preciso que se diga que nós não estamos dando a Manaus uma Copa, não é um favor, pelo contrario, o Brasil e a Copa precisam de uma sede com esse imaginário, com essa história, com essa cultura, com essa identidade, com esse bioma único do planeta. O Amazonas tem 98% do seu território coberto por floresta, só isso já justificaria uma Copa do Mundo aqui”, pontuou.

A declaração foi dada durante visita técnica de inspeção realizada na quinta-feira (18) na Arena da Amazônia, estádio da Copa do Mundo 2014, na capital amazonense,  quando o Ministro do Esporte disse que o andamento das obras está dentro do cronograma e reafirmou que a construção estará concluída em dezembro, conforme compromisso firmado com os organizadores locais do Mundial e também com a entidade máxima do futebol, a Fifa. “Essa visita nos tranquiliza e nos permite fazer uma ideia mais ajustada do cumprimento do calendário, ou seja, dessa obra ser entregue em dezembro que é o compromisso que nós firmamos com os organizadores locais do Mundial e com a Fifa”.

Ainda segundo Aldo Rebelo, além da Arena da Amazônia, o Aeroporto Internacional, atualmente com 58% do projeto concluído, é uma das obras mais importantes para a realização da Copa do Mundo em Manaus e que o BRT e o Monotrilho, obras que só devem sair do papel depois do Mundial, não ocasionarão nenhum tipo de problema à capital amazonense. “A Arena é a obra mais essencial de todas, porque se ela não existisse não teria Copa. A segunda obra é a do aeroporto que está em execução. A terceira são as dos acessos ao estádio e ao aeroporto que já  existiam e devem ser apenas complementadas. O monotrilho e o BRT eram obras do PAC e já estavam previstas e se ficassem prontas a tempo dos jogos seriam importantes para o conforto e mobilidade durante o evento em Manaus”, comentou.


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