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Esportes
NOSSA MISS MÚSCULO

Amazonense Daniely Castilho concorre a título de melhor atleta de fisiculturismo

Disputa em site especializado vai somar os votos via internet. Indicação da amazonense ocorreu após um bom 2018 nas competições internacionais 13/01/2019 às 17:36 - Atualizado em 13/01/2019 às 17:38
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Foto: divulgação
Jéssica Santos Manaus - AM

A perfeição muscular é o objetivo constante e também o resultado visto no corpo da fisiculturista amazonense Daniely Castilho. Após conquistar títulos respeitáveis, incluindo o Top 3 no maior show profissional do mundo, o Ms. Olympia, no ano passado, Dany chamou a atenção inclusive de sites internacionais, e concorre ao título de “Melhor competidora profissional do ano”, na categoria “Physique”. A votação segue até esta segunda-feira (14) no site FitGems Nation.

“Eu fiquei sabendo da votação pelo site. Esse site divulga o esporte, e lá fora o fisiculturismo é bem mais divulgado. Lá fora eles acompanham as atletas que se destacam, e eu sou vista como uma revelação 2018”, explica Dany. Ela destaca que seu ano foi muito bom, e que por isso é uma das literalmente fortes candidatas do site. 

“As minhas competições foram muito boas, sou relativamente nova no esporte e tenho títulos brasileiros, internacionais, e estamos buscando vencer agora nessa votação. Estou competindo com a melhor do mundo lá, a que ganhou o Ms. Olympia na minha categoria, com outras atletas muito boas também, e, até o dia 14, a votação vai estar aberta. Pode votar uma vez por dia, e vamos tentar trazer esse título para cá também”, enfatiza ela.

Ano sensacional

Em 2018, Dany foi campeã do Toronto Pro Super Show e, com isso, foi credenciada a participar do campeonato mais importante do fisiculturismo mundial, o Ms. Olympia. Lá, Dany fez bonito mais uma vez. “Estava ao lado de 30 concorrentes e fiquei em 3º lugar, top 3”, conta ela. A campeã foi a americana Shanique Grant e a brasileira Natália Coelho ficou em 2º.

O top 3 foi um grande resultado que garante Daniely no Olympia 2019 também, visto que as cinco melhores colocadas de 2018 estão automaticamente classificadas para a próxima edição da competição.

“Não preciso mais me qualificar, então, no momento, vou me dedicar ao Ms. Olympia. Mas ainda pode ser que eu participe de algum outro show este ano para ganhar mais visibilidade. Não há nada definido porque tudo é caro, passagens, alimentação, suplementação, e ainda não tenho patrocínio, então, tenho que pensar no custo-benefício”, disse.

Pequena folga

Dany nunca praticou outro esporte. Ela conta que começou a fazer musculação aos 15 anos e não parou mais, pelo contrário, profissionalizou-se pelo fisiculturismo. “Sempre gostei da musculação e de cuidar de alimentação. Apenas adaptei meu treinamento ao fisiculturismo, ao treino de alto rendimento, e hoje eu tenho nutricionista, preparador físico, médico, que cuida da minha saúde, e isso é fundamental porque eu preciso estar bem, a preparação do corpo para as competições me desgasta muito”, explica.

Do seu início no esporte para cá, Dany participou de diversas competições, e nunca tirou uma folga, que veio só agora nesse período de final/início de ano. 

“Este ano, pude curtir as festas pela primeira vez, porque o meu planejamento é para competir somente em setembro. Então, meu preparador me deixou um pouco mais liberada, não estou  tão preocupada com dieta agora porque estou numa fase meio que de descanso. Desde que comecei a competir em 2015, não tive folga, competindo várias vezes por ano, então, a nossa estratégia dessa vez é que eu dê um pouco de descanso para minha mente e para o meu corpo, para que eu consiga a melhor classificação no Ms. Olympia”, disse.

Ela explica que ter o corpo com os músculos construídos perfeitamente não é nada simples. “Meu esporte é um esporte de abdicação. Não só em relação à comida, mas a tudo porque meu dia é todo planejado para ele. Eu tenho hora para acordar, dormir, treinar, comer e preciso saber o que comer, mas já estou bem adaptada à essa rotina, sempre gostei de musculação, treino desde os 15 anos, e hoje tenho 35, então, já faz parte da minha rotina. Sinto falta de comer uma coisa ou outra, mas volto logo à rotina porque não consigo ficar sem uma programação por muito tempo”, destaca.

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