Terça-feira, 04 de Agosto de 2020
MARACANÃ 70 ANOS

Amazonense e craque no futebol carioca, Gilmar Popoca recorda gols no Maracanã

Ex-jogador vestiu as camisas de Flamengo e Botafogo na década de 80 e brilhou no estádio que hoje completa 70 anos de vida. Ele recorda para o CRAQUE a memória do primeiro gol no Maracanã



popoca_C1A13146-E763-487D-B29B-06C0307AD55D.jpg Ex-jogador também foi treinador do Sub-20 do Flamengo. Foto: Flamengo
16/06/2020 às 18:07

Para celebrar o aniversário do Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, é necessário convidar quem conhece muito bem aquele gramado e aquele ambiente. Hoje (16), dia em que o estádio completa 70 anos, o CRAQUE convoca o amazonense Gilmar Popoca, ex-jogador que fez sucesso na década de 80 atuando tanto por Flamengo quanto por Botafogo, para falar sobre o eterno ‘Maior do Mundo’.

Criado em Manaus e formado nas categorias de base do Rio Negro, o garoto que sonhou em marcar gols no Maracanã conseguiu alcançar o objetivo com belas atuações pelos dois rivais cariocas. Popoca, já na última década, chegou a ser treinador das equipes juniores do Rubro-Negro. O amazonense lembra com carinho do primeiro gol marcado no Estádio Jornalista Mário Filho.



“Algo que ficou na minha memória foi o meu primeiro gol no Maracanã. Em 1981, quando eu ainda era juvenil, fui selecionado para jogar no time de juniores, que jogava no ‘Maraca’ fazendo preliminar de partidas do profissional. Era um jogo contra a Portuguesa, nós ganhávamos de 1 a 0, e aos 15 minutos da etapa complementar o treinador me colocou. Na terceira ou quarta jogada, ainda acanhado pelo gigante Maracanã, fiz o gol”, recorda o craque amazonense.


Na década de 80, o amazonense Popoca brilho no Maracanã. Foto: Reprodução

Gilmar ressalta que o gol marcado foi a realização de um sonho distante, já que pouco tempos antes o ainda promissor jogador estava em Manaus. Segundo ele, no momento do gol, jogadores do profissional do Rubro-Negro como Zico, Adílio e Júnior estavam no banco de reservas acompanhando a partida, o que transformou o momento em algo ainda mais especial.

“Fui uma emoção maravilhosa e um sonho realizado que estava muito distante. Eu estava longe do grande ‘glamour’ do futebol, que era o futebol carioca. Acabei não fazendo só um, mas vários gols no Maracanã, então guardo para o resto da vida. Esse estádio é maravilhoso. Gosto mais do antigo, o atual perdeu um pouco daquela essência, da história, mas continua sendo o Maracanã”, completou o ex-jogador.

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Repórter do Craque
Jornalista em formação na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e repórter do caderno de esportes Craque, de A Crítica. Manauara fã da informação e que procura aproximar o leitor de histórias – do futebol ao badminton.

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