Sexta-feira, 25 de Junho de 2021
Wrestling

Amazonense é eleito vice-presidente da Confederação de wrestling

Atual mandatário da Falle foi eleito como vice-presidente da confederação de luta olímpica. A chapa foi encabeçada por Flávio Cabral Neves, que assume o cargo de presidente em janeiro do ano que vem



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09/12/2020 às 12:20

A chapa composta pelo amazonense Waldeci Silva foi eleita para presidir a Confederação Brasileira de Wrestling (CBW) para o próximo quadriênio.  Com isso, o mandatário da Federação Amazonense de Luta Livre Esportiva (Falle) será o vice-presidente da Confederação Nacional.  A eleição aconteceu na última segunda-feira (7), no Rio de Janeiro. A nova gestão assume o cargo em janeiro de 2021.

A chapa ‘Keep Wrestling’ foi encabeçada por Flávio Cabral Neves, ex-atleta da Seleção Brasileira de Luta Olímpica, tendo Silva como vice e Aline Ferreira, atleta da Seleção Brasileira e medalhista de prata em mundiais, como 2ª vice-presidente.



De acordo com Waldeci, as principais propostas para os próximos anos é a transparência e a expansão da modalidade no país.

“A nossa principal proposta é o avanço da luta na região territorial. Aumentar a expansão, aumentar a massificação de atletas de base em nosso país, porque através disso, massificando o esporte, a gente consegue aumentar o número de praticantes e através do número de praticantes, a gente consegue aumentar o nível técnico, a qualidade e chegar num empenho de resultados internacionais tanto no masculino, feminino e greco-romano e estilo livre e a gente constrói uma base consolidada para formar uma equipe sênior forte no futuro”, explicou à reportagem de A CRÍTICA.

Um pouco da interiorização da modalidade pôde ser vista nos últimos anos em que Waldeci esteve à frente da Falle. Nos últimos quatro anos, projetos se expandiram no interior do estado e Silva diz que pretende expandir isso na gestão da CBW, mas reconhece o grande desafio.

“O desafio é gigantesco. Vivemos num país continental e se a gente souber encarar a gente vai fazer o que vem fazendo de uma maneira mais complexa. Nosso esporte é democrático, muito barato de praticar, mas temos muitos desafios e muitas coisas que vão favorecer para construir um wrestling consolidado em nosso país”, completou.

Já o novo presidente da CBW, Flávio Cabral Neves, disse que essa massificação acontecerá ouvindo mais as federações espalhadas pelo país. “Pretendo ouvir mais os clubes e espero ter maior transparência na gestão. É preciso saber o que acontece nas “ruas” que praticam o wrestling, para depois sabermos o que acontece nos bairros, cidades e país. Acredito que um Censo vai nos dar o panorama da modalidade e nossos principais problemas. Não dá para tratar a doença, sem identificar os sintomas”, afirmou ao site da Confederação Brasileira de Wrestling.

Outra ideia da chapa Keep Wrestling é o aumento da realização de torneio regionais pelo Brasil, uma necessidade para estados que fazem grandes deslocamentos durante os torneios nacionais e ainda carecem de competições próximas a seu local e prática. “Estou muito contente de ter sido eleito em uma chapa composta por pessoas que lutam, lutaram ou continuam lutando. Serão quatro anos que vão ser difíceis para todos nós e tenho certeza que queremos fazer um wrestling onde todos sejam valorizados, atletas, treinadores, árbitros e Federações e com um trabalho mais participativo”, encerrou Flávio Cabral Neves.


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