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Amazonenses vão conquistando o planeta lutando em torneios de Artes Marciais Mistas

Antônio Braga Teixeira Neto, José Aldo, Adriano Martins, Ronaldo Jacaré, Diego Brandão, Ronys Torres e Robert Pato, são nomes que brilham nos octógonos à fora 05/04/2013 às 09:03
Show 1
Braga Neto veio do UFC e agora vai lutar no Ultimate
Paulo Ricardo Oliveira ---

A recente contratação do amazonense Antônio Braga Teixeira Neto, 25, pelo UFC, maior e mais prestigiada organização do gênero MMA, é prova da predisposição física e da capacidade nata local de revelar talentos nas artes marciais. José Aldo já reina imbatível como campeão pena da organização. Adriano Martins também foi contratado, assim como os meio-amazonenses Ronaldo Jacaré e Diego Brandão. Ronys Torres já esteve lá, mas saiu e Robert Pato deseja ser o próximo contratado.

Faixa-preta de um jiu-jitsu tão técnico quanto eficiente, Braga Neto assinou contrato de quatro lutas com o Ultimate, numa articulação do empresário do ramo Stefano Satori. Na prática, o amazonense será empregado do chefão do UFC Dana White por 20 meses. O primeiro ato de Braga Neto como funcionário da organização acontece no dia 8 de junho, ocasião em acontece a final da segunda edição do reality show TUF Brasil, em Fortaleza, contra o striker Antony Smith.

“É o exemplo de uma luta bem casada, que tem tudo para ser dinâmica, movimentada, emocionante. Ele (Smith) é um striker que tem 100% das lutas decididas antes de acabar, ou por nocaute ou por finalização. E eu só tenho duas lutas decididas pela arbitragem. Vai ser um bom show”, analisou o faixa-preta, que na última luta de MMA em Manaus, no Amazon Forest Combat 1, em setembro de 2011, levou uma saraivada de golpes de Maiquel Falcão, resistiu, reagiu no segundo round e finalizou o adversário como uma kimura. 

Antes de iniciar os treinos específicos para a estreia no octógono mais famoso do planeta, Braga Neto fará sua despedida do pano no Abu Dhabi Word Pro, nos Emirados Árabes, e depois vem à cidade natal para homologar seu contrato de patrocínio no valor de R$ 4 mil mensais por um ano com a prefeitura.

“Esse patrocínio vai me dar mais estabilidade, pois, se depender somente do dinheiro da bolsa do UFC, mal dá para pagar as contas. A primeira luta para quem é contratado do UFC US$ 6 mil (R$ 12 mil), mas 30% vai de imposto, 20% para o empresário e outros 20% para a equipe de treinadores. O lutador fica com menos da metade. O que pode salvar é o bônus pela finalização ou o nocaute da noite, que organização costuma premiar com US$ 50 mil (R$ 100 mil). E é isso que eu vou procurar na minha estreia”, revela o lutador da Team Nogueira, dos irmãos Rodrigo e Rogério Nogueira, que divide o aluguel de um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, com outros dois amigos.  

 

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