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Amigos herdam Copa Solidária e homenageiam criador vitimado por câncer

Após o falecimento de um dos seus maiores incentivadores, amigos decidiram voltar a realizar a competição como uma homenagem à alegria que era marca de Pedro 22/10/2015 às 12:38
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Pedro Pantoja é um dos criadores e participou das primeiras edições do campeonato
Felipe de Paula Manaus (AM)

Um dos principais entusiastas da criação da Copa Solidária de Vôlei em 2012, o estudante Pedro Pantoja, que faleceu em 2014, vítima de câncer, será homenageado na terceira edição do campeonato que reúne amigos e amantes do vôlei em prol da união entre prática esportiva e ação solidária.

Com início marcado para às 9h do dia 1º de novembro, na quadra poliesportiva Marcolino Lopes, Rua Xavier Mendonça, Aparecida (ao lado do colégio estadual Cônego Azevedo),  o evento espera quebrar o recorde de 300 quilos de alimentos não-perecíveis de sua última edição. Todas as doações serão enviadas ao Abrigo Moacyr Alves.

Nesta edição, cada um dos seis times participantes representará uma instituição social. Antes da partida inicial, as equipes apresentarão ao público um pouco do trabalho da instituição escolhida como forma de divulgar suas ações. São elas o Instituto Alguém, Casa de Frei Mario Monacelli, Centro de Integração Amigas da Mama, Grupo de Apoio à Criança com Câncer (Gacc), Centro Social Nossa Senhora das Graças e Lar das Marias com Câncer.

Segundo um dos organizadores do evento, o pedagogo Rodrigo Athayde, o campeonato dá continuidade ao trabalho iniciado pelo grupo Meninos do Vôlei, nome inclusive dado por Pedro. Desde 2012, a Copa Solidária só foi interrompida em 2014 por ocasião do agravamento da doença do estudante.

No entanto, após o falecimento de um dos seus maiores incentivadores, seus amigos decidiram voltar a realizar a competição como uma homenagem à alegria que era marca de Pedro. “A gente quer fazer uma disputa alegre, divertida”, diz Rodrigo, que relembra a relação do amigo com evento.

“NA primeira edição, ele adoeceu dias antes, aí depois da Copa, descobriu que estava com câncer. Na segunda, ele fez questão de participar. Eu joguei no time dele e fomos segundo lugar. No ano seguinte já não deu (pra realizar a Copa) porque a doença se agravou. Mas depois que ele faleceu, a gente falou ‘não, agora vamos fazer’”, diz Rodrigo.

Outro organizador do evento, o jornalista Gabriel Machado acrescenta que as dispustam neste se darão entre times de quatro jogadores até o dia 20 de dezembro, coincidentemente no mês que completa um ano da morte do amigo. 



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