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Ana Carla Marinho tem tripla jornada

Conheça a história da esportista que é professora de Educação Física, técnica e jogadora de vôlei 21/07/2013 às 16:06
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A profesora e técnica na sua atividade de jogadora de voleibol
Lorenna Serrão Manaus (AM)

O esporte tem o poder de encantar atletas e torcedores. É difícil encontrar alguém que nunca tenha se emocionado com uma final de qualquer modalidade. Hoje o CRAQUE vai mostrar que o esporte também tem o poder de mudar os planos profissionais de uma pessoa e fazê-la encarar uma jornada tripla, às vezes cansativa, mas sempre prazerosa.

Quando era adolescente a amazonense Ana Carla Marinho sonhava em se tornar uma grande dentista, mas envolvida pelo voleibol mudou completamente de ideia e trocou o consultório pelas quadras.

Hoje, aos 36 anos, é professora de Educação Física e também técnica e atleta de vôlei. “Minha amiga Andreza Chagas foi quem me apresentou o voleibol, nós jogávamos juntas no time de São Sebastião e teve uma época que ela passou a comandar as equipes de base. Mas aí ela também começou a viajar muito para participar de torneios em outros Estados e eu era substituta, ficava em Manaus cuidando dos times, foi assim que a minha “dupla” carreira, como técnica e atleta começou”, lembra.

Ana, que atualmente comanda a equipe masculina adulta do São Sebastião e é levantadora do time feminino, ainda chegou a pensar em prestar vestibular para Odontologia, mas já estava muito envolvida pelo o esporte. “Costumo dizer que cursei Educação Física porque o vôlei me levou para isso, fui escolhida. Já estava muito envolvida com o vôlei e por isso desisti da odontologia”, conta.

Professora da Escola Nossa Senhora Auxiliadora há sete anos, a técnica/atleta disse que às vezes descansa no domingo e que apesar de amar as duas funções (treinadora e jogadora) afirma que estar em quadra, atuando, é algo inexplicável.

“Como treinadora posso orientar os atletas, passar dicas... Mas como atleta eu posso decidir o jogo, pois já sei exatamente o que tenho que fazer e isso sem dúvida dá mais prazer”, disse.

Ana Carla, que também já treinou times femininos, disse que comandar equipes masculinas é mais tranquilo. “As meninas geralmente têm a sensibilidade aflorada e por isso temos que saber falar para não magoá-las. Já com os meninos podemos ser mais firmes. No mais não tem muita diferença, afinal de contas no fim todos querem vencer”, revelou.

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