Sábado, 16 de Novembro de 2019
Craque

Ana Paula Feitosa vai com tudo para o Sul-Americano de Cross Country, disputado no Paraguai

A paraense radicada em Manaus será uma das três representantes brasileiras na categoria juvenil feminina a viajar para Assunção, no Paraguai, onde a competição será realizada



1.jpg Ana Paula Feitosa treina em Manaus no Centro de Treinamento de Alto Rendimento da Amazônia (CTARA) da Vila Olímpica
20/02/2014 às 20:23

Ana Paula Feitosa, de apenas 17 anos, irá representar o Amazonas durante o Campeonato Sul-Americano de Atletismo Cross Country, em Assunção, no Paraguai, a ser realizado no próximo domingo (23). Natural de Marabá, no Pará, a atleta treina e mora há um ano na Vila Olímpica de Manaus.

O Sul-Americano será o primeiro desafio internacional da jovem atleta, que se classificou para a competição ao conquistar a medalha de prata na Copa Brasil no início do mês. Ana Paula competirá na categoria juvenil feminino, onde enfrentará um percurso de 6 quilômetros e a concorrência de ao menos, trinta atletas.



Mas quem pensa que Ana Paula está nervosa com o desafio, engana-se. “Costumo sempre estar focada e tranquila antes da competição, não importa se é no Brasil ou fora”, respondeu Feitosa por telefone, demonstrando frieza incomum em sua voz para a idade.

Atualmente matando a saudade da família em sua cidade natal, Ana Paula Feitosa irá se juntar à delegação brasileira em São Paulo, na sexta-feira (21), que de lá seguirá para Assunção, onde devem chegar no mesmo dia.

Promessa de medalha

De acordo com seu técnico, Valdeci Guedes, a atleta é uma promessa de medalha para o Estado. “Se ela correr como vem treinando nas últimas três semanas, a chance de ela trazer uma medalha é grande”, comentou.


Ele salienta que este tipo de prova, o cross country, é muito mais desgastante que uma prova de atletismo convencional, por ser realizada em solo irregular. “É um percurso com declives, igarapés, troncos e todo o tipo de acidente natural do início ao fim”, alertou Guedes.

Se a confiança  de medalha por parte de seu técnico é grande, a atleta tem uma posição mais sóbria a respeito de suas chances. “Eu não sei ao certo o tempo das outras atletas. Vou lá para fazer meu melhor, como sempre que entro em uma corrida. Se a medalha vier é apenas consequência”, finalizou Feitosa.



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