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Esportes
De volta à Stock Car

Pizzonia volta à Stock Car com fome de vitórias para a temporada 2017

Após um ano fora do circuito, o piloto amazonense Antônio Pizzonia está de volta às pistas. Primeira prova da temporada começa em março num total de 12 etapas 16/01/2017 às 11:40 - Atualizado em 16/01/2017 às 11:57
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Antônio Pizzonia já viveu grandes momentos na carreira, como a passagem pela Formula 1. Agora, segue buscando vitórias na Stock Car. (Foto: Evandro Seixas/A Crítica)
Jéssica Santos Manaus (AM)

O piloto amazonense Antônio Pizzonia estará de volta a Stock Car, em 2017. Ele ficou um ano fora da categoria, e não vê a hora de voltar a ter o frio na barriga de entrar no seu carro de corrida, apertar o cinto, ouvir um boa sorte antes da largada, e partir para a adrenalina do que vem pela frente.

E o que está vindo por aí? Pizzonia volta às corridas pela equipe RX Mattheis Motorsport, patrocinada pela Prati-Donaduzzi, e correrá com o curitibano Júlio Campos em busca de muitas vitórias. Os dois fizeram parte da mesma equipe nas temporadas de 2014 e 2015. “Tem um ponto de interrogação para saber como será a temporada para a equipe, porque a última não foi boa, mas ela tem um histórico muito bom, é vitoriosa e competitiva, então tá todo mundo animado”, disse.

O retorno

Antônio Pizzonia volta à principal categoria do automobilismo brasileiro, após ter ficado 2016 de fora. “Vínhamos negociando esse retorno há muito tempo. Nosso patrocinador deu um passo para trás, no fim de 2015, mas fez isso tarde, quando todas as maiores equipes já estavam fechadas para o próximo ano, e eu já tinha decidido que não ficaria em nenhuma equipe pequena, então fiquei fora ano passado, e aguardei uma nova oportunidade”, disse.

Ano passado, Pizzonia participou de apenas uma prova da Stock Car, fazendo dupla com o campeão de 2015, Marcos Gomes, e eles foram vencedores da etapa. “A vitória no ano passado acabou abrindo portas, e fez com que a Prati começasse a pensar em voltar para a categoria. O processo deu uma acelerada em julho ou agosto, quando encontrei com o patrocinador durante uma viagem de férias com a minha família. Foi quando começamos a concretizar tudo”, revelou o piloto.

A temporada 2017 da Stock Car terá início na primeira semana de março. E no fim de janeiro, Pizzonia viaja para começar os preparativos para a primeira etapa. “Vou fazer o primeiro contato com a equipe, com o carro, começar a trabalhar, mas ainda falta um pouco para aquela rotina de estar no carro o tempo todo, de ter corrida todo fim de semana, então vou ter que ter um pouco mais de paciência”, explicou.Para se preparar bem para as corridas, Pizzonia já planeja o que vai fazer. “Vou começar a fazer muito preparo físico e começar a andar bastante de kart, em São Paulo ou nos Estados Unidos”, disse ele.

Parceria

A parceria entre Antônio Pizzonia e Júlio Campos já mostrou resultados no passado da Stock Car. Em 2014, Pizzonia e Campos chegaram à última etapa da Stock Car com chances de uma conquista inédita para ambos. A dupla obteve os melhores resultados que a equipe Mico’s Racing já alcançou.

A primeira vez em que Pizzonia participou da Stock Car foi em 2008, mas somente em 2011 ou 2012, a competição se tornouseu foco. Antônio fez três temporadas completas na Stock Car. Em outros anos, estava apenas em algumas corridas, ou entrava no meio da temporada.

Agora correndo para a família

O piloto aproveitou o ano distante dos campeonatos para se dedicar ainda mais à família. (Foto: Evandro Seixas/A Crítica)

Há um ano afastado da rotina das corridas de carro, Pizzonia conta que teve um ano diferente. “O bom foi que pude dar mais atenção para as coisas pessoais, para a família, a Babi (Bárbara Balbeque, esposa de Pizzonia) inaugurou um salão há pouco tempo, e ficamos durante um bom tempo organizando tudo, e também pude dar atenção à empresa da família.  E se eu não tivesse machucado o pé, no ano passado, teria me dedicado mais ao triathlon e a outros esportes que gosto de praticar”, disse.

Bárbara Balbeque, afirma que foi uma novidade positiva tê-lo em casa por mais tempo, em 2016, mas vê que o filho deles, Antônio Neto, de 4 anos, vai gostar do retorno do  pai às corridas. “Nesse ano ele ficou bastante conosco, e isso aproximou bastante pai e filho. Foi muito bom, o Antônio Neto aproveitou bastante, e agora que nosso filho está crescendo, está entendendo bem o que é corrida, o que é ser piloto, e ele gosta muito de tudo isso, então vai ser proveitoso ele assistir às corridas do pai, vai gostar bastante”, disse.

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