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Aos 16 anos, Judá 'Touré' se divide entre profissional e base do Princesa do Solimões

Sem muita expectativa de estrear na difícil partida contra o Rolo Compressor, ele quer voltar para o juniores e disputar o Campeonato Amazonense, mas precisa da autorização da diretoria do clube 27/05/2015 às 09:26
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Judá é o único jogador do elenco profissional que ainda não jogou
Felipe de Paula Manaus (AM)

Promovido do elenco de base ao time principal do Princesa do Solimões em 2015, o volante Judá Aguiar da Silva, de apenas 16 anos, é um dos destaques do Princesinha, mas ainda não se firmou no elenco profissional do time de Manacapuru. Porém, longe de estar frustrado com a iminência de terminar o campeonato sem estrear em jogos oficiais, a jovem promessa do Tubarão mostra tranquilidade quanto ao futuro no time que o revelou.

“A gente fica na ansiedade para ter uma chance, claro, mas eu estou tranquilo, sei que estou fazendo meu trabalho e que o professor (Zé Marco) está vendo. Mas sei que está muito cedo”, diz ele, mostrando senão resignação, ao menos noção de respeito e hierarquia, já que, pessoalmente, ele mostra que prefere abandonar a modéstia e encher sua própria bola, projetando um futuro brilhante no time da Terra da Ciranda.

“Está nos meus planos ser um destaque no time. Me vejo como ídolo (no futuro)”, diz o xodó do Tubarão, que é carinhosamente apelidado pelos companheiros de “Judá Touré”, em referência ao craque Yaya Touré, do Manchester City, que joga na mesma posição do garoto. “Eu gosto muito do futebol do Touré, do estilo dele de jogar. Aí os meninos ficam me apelidando”, diz ele, atribuindo a brincandeira ao zagueiro Deurick e ao meio campo Douglas.

Único atleta do elenco que ainda não estreou no time neste ano, Judá agora se divide novamente entre o time principal e o de base do Princesa, que estreia no Campeonato Amazonense de Juniores no mesmo dia em que o elenco principal faz a primeira partida da semifinais do Barezão contra o Fast Clube, dia 30 de maio, em jogo programado para a Colina, a partir das 20h.

Sem muita expectativa de estrear na difícil partida contra o Rolo Compressor, ele já tem sua preferência, que é voltar para o juniores para disputar o campeonato, mas ainda precisa da autorização da diretoria do clube. “Quero jogar o Juniores para ajudar meus companheiros a conquistar uma vaga na Copa São Paulo (de Futebol Júnior). Mas vamos ganhar os dois”, diz ele, confiante.

Inspiração de casa

Judá tem inspiração na genética para sonhar alto: seu pai, o meio campo Lico, foi ídolo no time de Manacapuru na década de 90.

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