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Na Vila

Após duas derrotas, técnico Lecheva tenta 'apagar incêndio' no Nacional

Mesmo tentando evitar a palavra crise, treinador do Leão da Vila Municipal confirma problemas internos no clube. Comandante nacionalino promete empenho e aponta que classificação é viável 09/05/2018 às 13:53 - Atualizado em 09/05/2018 às 14:08
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Lecheva acredita no trabalho para evitar eliminação precoce da Série D (Foto: Denir Simplício)
Denir Simplício Manaus (AM)

Nacional Futebol Clube, um time que vive no limite entre o céu e o inferno. Há duas semana, após golear o São Raimundo-RR, torcida e equipe gozavam da liderança do Grupo A3 do Brasileirão da Série D. Hoje, o Leão vive à beira de mais uma eliminação na primeira fase do torneio.

Nos bastidores da Vila Municipal o que ninguém confirma, mas que os rumores evidenciam, é que o elenco chega a dois meses de salários atrasados. Alheio a crise iminente, o técnico Lecheva tenta “levantar a moral da tropa” e manter  o Naça na briga pelo acesso.

 “Desde que cheguei aqui, a situação do Nacional tem sido bastante delicada por alguns problemas internos que acontecem no clube e que nós não temos que expor. Acho que se alguém tiver de falar sobre isso é a diretoria. Não nos cabe falar sobre esses problemas internos, mas claro que qualquer tipo de problema atrapalha o trabalho”, comentou o técnico do Naça analisando que os problemas aumentaram com as derrotas seguidas.

  “Viemos (pro Nacional) bastante cientes de todas essas dificuldades. Esperávamos que algumas delas fossem solucionadas até mesmo antes da competição, mas acabou não acontecendo e se agrava sempre que os resultados não vêm”, pontuou o treinador continuando o raciocínio.

“Ou seja, no primeiro jogo, o time ganhou e está tudo bom. Não tem crise, não tem problema. E quando você não vence tudo vem à tona. O time já não presta, todo mundo é perna de pau”, desabafou Lecheva.

Campeão paraense com o  Paysandu, o treinador do Naça é experiente em situações como a que o Leão atravessa e aponta o único caminho para superar a crise que se instalou na Vila Municipal.

 “Estou acostumado com isso (crise). Já vivi situações até bem piores no próprio Paysandu e sabemos que o único jeito de sair dessa situação ruim é trabalhando. Tomar muito cuidado com o ambiente interno pra que nós não nos percamos aqui, porque sabemos que nesse momento vem muita coisa ruim de fora. Principalmente da parte de cobrança”, finalizou.

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