Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2020
Cabeça no lugar

Após ficar de fora dos Jogos do Rio, Sandro Viana crava: 'o sonho não acabou'

O amazonense tentava chegar à sua terceira participação nos Jogos Olímpicos, mas não conseguiu as vagas nem na prova dos 100, nem dos 200 metros



sdasdasdasd.JPG Um dia após ficar de foca dos Jogos, Sandro tirou o dia para descansar
05/07/2016 às 14:58

Mesmo sem a vaga para os Jogos Olímpicos do Rio 2016, Sandro Viana crava com certeza: “o sonho olímpico não acabou”. Para o velocista amazonense, que já participou de duas edições dos Jogos - Pequim 2008 e Londres 2012 - e tentava chegar à competição pela terceira vez, o sonho olímpico já é uma realidade para ele desde a classificação para a sua primeira Olimpíada.

Na última segunda-feira (4), um dia depois do término do Troféu Brasil - última chance de conseguir o índice olímpico - Sandro tirou o dia para descansar, refletir. Colocar a cabeça no lugar para seguir em frente. A culpa não existe, já que ele tem consciência de que fez tudo o que estava ao seu alcance. “Eu estou bem, está tudo tranquilo comigo. As coisas aconteceram como tinham que acontecer, eu acredito. Eu fiz tudo o que estava ao meu alcance. As pessoas conhecem as minhas limitações e a luta que venho tendo desde o ano passado para chegar onde cheguei e eu estou totalmente satisfeito”, declarou.



Sandro sofreu com uma lesão no fim do ano passado, mas conseguiu se recuperar para o Troféu Brasil, porém a recuperação não foi suficiente para colocá-lo entre os mais rápidos do Brasil.

“Eu consegui a classificação em cima da hora e nesse último mês viajei 13 vezes. Fui para cinco lugares diferentes, dois países diferentes. Então eu não pensei em nada, me foquei em competir, melhorar e baixar meu tempo e acabei até extrapolando um pouco. Posso até ter chegado bem, mas não consegui me focar e isso geralmente é fruto de um cansaço”, confessou.

Sem a vaga para os Jogos, Sandro busca agora cumprir sua missão e ainda não templanos cravados para o futuro, mesmo a aposentadoria, aos 39 anos, ainda não é uma certeza.

“Vou seguir vivendo essa realidade. Então o que acontece é que tem uma diferença entre sonhar e ser olímpico. Agora eu vou fazer o meu papel, concluir isso tudo em 2016 e tomar uma decisão de seguir ou não depois. Pensar mais lá na frente”.


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