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Cabeça no lugar

Após ficar de fora dos Jogos do Rio, Sandro Viana crava: 'o sonho não acabou'

O amazonense tentava chegar à sua terceira participação nos Jogos Olímpicos, mas não conseguiu as vagas nem na prova dos 100, nem dos 200 metros 05/07/2016 às 14:58 - Atualizado em 05/07/2016 às 15:16
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Um dia após ficar de foca dos Jogos, Sandro tirou o dia para descansar
Camila Leonel Manaus (AM)

Mesmo sem a vaga para os Jogos Olímpicos do Rio 2016, Sandro Viana crava com certeza: “o sonho olímpico não acabou”. Para o velocista amazonense, que já participou de duas edições dos Jogos - Pequim 2008 e Londres 2012 - e tentava chegar à competição pela terceira vez, o sonho olímpico já é uma realidade para ele desde a classificação para a sua primeira Olimpíada.

Na última segunda-feira (4), um dia depois do término do Troféu Brasil - última chance de conseguir o índice olímpico - Sandro tirou o dia para descansar, refletir. Colocar a cabeça no lugar para seguir em frente. A culpa não existe, já que ele tem consciência de que fez tudo o que estava ao seu alcance. “Eu estou bem, está tudo tranquilo comigo. As coisas aconteceram como tinham que acontecer, eu acredito. Eu fiz tudo o que estava ao meu alcance. As pessoas conhecem as minhas limitações e a luta que venho tendo desde o ano passado para chegar onde cheguei e eu estou totalmente satisfeito”, declarou.

Sandro sofreu com uma lesão no fim do ano passado, mas conseguiu se recuperar para o Troféu Brasil, porém a recuperação não foi suficiente para colocá-lo entre os mais rápidos do Brasil.

“Eu consegui a classificação em cima da hora e nesse último mês viajei 13 vezes. Fui para cinco lugares diferentes, dois países diferentes. Então eu não pensei em nada, me foquei em competir, melhorar e baixar meu tempo e acabei até extrapolando um pouco. Posso até ter chegado bem, mas não consegui me focar e isso geralmente é fruto de um cansaço”, confessou.

Sem a vaga para os Jogos, Sandro busca agora cumprir sua missão e ainda não templanos cravados para o futuro, mesmo a aposentadoria, aos 39 anos, ainda não é uma certeza.

“Vou seguir vivendo essa realidade. Então o que acontece é que tem uma diferença entre sonhar e ser olímpico. Agora eu vou fazer o meu papel, concluir isso tudo em 2016 e tomar uma decisão de seguir ou não depois. Pensar mais lá na frente”.

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