Terça-feira, 23 de Abril de 2019
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Craque

Após final de 2014 ser marcada por confusão, Nacional e Princesa se reencontram na Colina

Um dia destaque do Nacional, agora destaque do Princesa, Léo Paraíba, não guarda mágoas do Leão, mas quer honrar a camisa da “terra da ciranda”. Líder isolado com 24 pontos, o “pensador” do meio campo do Naça, Fininho, não acredita em rivalidade.


10/04/2015 às 21:25

Nacional e Princesa se encontram hoje, às 18h, no estádio da Colina, depois do inesquecível confronto da final de 2014, em que o Leão venceu por 5 a 1  e se tornou o Campeão Amazonense em um jogo conturbado, marcado por brigas e confusões.

A primeira partida depois do histórico confronto também ganha ares de rivalidade. O principal atacante do Nacional, na época, Léo Paraíba mudou de lado. Neste ano, o atacante passou a defender a cor vermelha do Princesa, já que o Leão não quis renovar o contrato com o jogador. Por sua vez, o Nacional trouxe o meia Fininho, um dos jogadores de destaques do Tubarão em 2014.

Líder isolado com 24 pontos, o “pensador” do meio campo do Naça, Fininho, não acredita em rivalidade.

“Acredito que não vai haver rivalidade até pelos envolvidos, foi muito triste e de muita vergonha pra todos e também pra nós que somos do Estado. Espero que seja um jogo bom e limpo”, disse o armador.

Outro que esteve no embate foi o volante Bruno Potiguar, que acredita na permanência da rivalidade sadia. “Eu acho que no futebol sempre tem rivalidade, principalmente com Nacional e Princesa que em dois anos consecutivos fizeram a final de campeonato. O Princesa tem jogadores de qualidade e vai ser um jogo difícil”, afirmou o volante.

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O técnico do Nacional Aderbal Lana também aguarda um jogo bastante difícil. “Princesa e Nacional sempre acarretaram em jogos difíceis e a última passagem teve uma situação um pouco obscura, muita confusão, e a gente espera que não exista isso na partida. Mas é um jogo muito difícil”, admitiu Lana.

Um dia destaque do Nacional, agora destaque do Princesa, Léo Paraíba, não guarda mágoas do Leão, mas quer honrar a camisa da “terra da ciranda”.

“Estou tranquilo, ano passado estava do outro lado, mas não sou jogador de ter mágoas. Tenho um carinho muito grande pela torcida do Nacional e agora estou no Princesa, que paga o meu salário e o pão da minha família”, disse.

Índio negro sem mágoas

Uma das principais vítimas em campo, o atacante Leonardo espera por um reencontro de paz com o atacante Nando, que o agrediu com um chute no rosto. “Se acontecer esse reencontro estou de coração aberto e não guardo mágoas”, afirmou. 

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