Sábado, 20 de Abril de 2019
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Craque

Após recorde na carreira, Charles Chenko encara ex-time de olho na artilharia do Barezão

O camisa 17 do Fast Clube enfrenta o Princesa do Solimões pela primeira vez depois de conturbada saída. Com sete gols no campeonato, quatro só no duelo com o Rio Negro, o atacante quer alcançar Ramon, do São Raimundo


14/04/2015 às 17:17

A nona rodada do Campeonato Amazonense foi disparada que mais teve gols. No total a bola balançou as redes em 23 oportunidades e muito disso se deve ao ataque do Fast Clube e, principalmente, ao artilheiro Charles Chenko. No “atropelamento” do Rolo Compressor sobre o Rio Negro, o camisa 17 marcou quatro vezes e encostou na artilharia do Barezão. Nesta quarta-feira (15), o jogador enfrenta o Princesa, seu ex-clube, de olho na chuteira de ouro da competição.

Com os quatro gols marcados na goleada sobre o Galo da Praça da Saudade, Charles Chenko chegou aos sete gols na competição. Muito feliz, após quebrar um recorde pessoal na carreira, o atacante almeja encostar no amigo Ramon, do São Raimundo, que chegou aos nove gols depois do hat-trick alcançado contra o Manaus FC no último final de semana.

“Foi uma coisa que eu não estava esperando. Mas já que veio fiquei muito feliz e acho que fui abençoado. Agora é ver se alcanço o Ramon”, comentou Charles dizendo que encontrou o jogador do Tufão depois do jogo e brincou perguntando se eles estavam fazendo uma disputa pessoal.

Mineiro, de Belo Horizonte, Chenko tem uma filha de dois anos e está “grávido” do segundo filho, que deve nascer em junho. O artilheiro confessou que aproveitou a “enxurrada” de gols para homenagear o futuro rebento e a mãe. “Foi muito bom. Pude homenagear meu filho, minha mãe. Dava até pra homenagear mais gente”, brincou o camisa 17, lembrando que o próximo filho, que se chamará David Chenko fará companhia a pequena Camilly Vitória.

Reencontro com o Tubarão

Chenko vai reencontrar a equipe na qual atuou no último Campeonato Amazonense. O atacante estava no elenco do Tubarão na temporada passada e não guarda boas lembranças da equipe de Manacapuru (distante 68 quilômetros de Manaus). “Até hoje não entendi porque fui mandado embora do Princesa. Depois do final do campeonato eles vieram comigo e me disseram que não precisavam mais de mim por lá”, relembrou o atleta.

A última partida do atacante com a camisa do Tubarão do Norte foi na final do primeiro turno do Barezão de 2014, justamente contra seu atual clube, o Fast. Na ocasião, o duelo terminou empatado em 0 a 0 e o time rubro se sagrou campeão da primeira fase do torneio.

“De repente fui encostado pelo treinador e fui parar no terceiro time. Nem no time reserva eu ficava. Ninguém chegou pra mim e me disse o que estava acontecendo. Nunca veio pra mim e me disse nada”, conta Chenko, lembrando que o então treinador Marquinhos Piter, hoje no Penarol, não o escalou mais em nenhum jogo.

Mesmo com a frustrada passagem pelo Princesa, o camisa 17 do Rolo Compressor diz não guardar mágoas do ex-clube e coloca uma vitória do Fast como principal meta do duelo desta quarta. “Não guardo nenhuma rusga. Só tenho a agradecer a diretoria e a torcida do Princesa, que sempre me trataram muito bem. Hoje só penso em ajudar o Fast a vencer e ganhar o título”, finalizou. 


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