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Arena da Amazônia deve ser privatizada após possível amistoso internacional

Segundo Ariovaldo Malízia, diretor-técnico da Fundação Vila Olímpica, empresas de qualquer parte do Brasil, inclusive de outros países poderão concorrer à administração do estádio. Edital deve ser lançado em novembro 15/10/2014 às 10:27
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Depois da Copa, a luta é para que o estádio não se torne um elefante branco
Jornal A Crítica ---

Caso o amistoso organizado pelo Unicef aconteça na Arena da Amazônia Vivaldo Lima, deve ser o último evento no estádio, antes dele ser privatizado. Segundo Ariovaldo Malízia, diretor-técnico da Fundação Vila Olímpica - órgão do governo responsável pela administração do estádio -, um edital deve ser lançado no final do mês de novembro.

“A secretaria de estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan) está fazendo alguns estudos, de várias situações, para poder elaborar o edital, que deve ser lançado em novembro”, disse Malízia.

Ainda de acordo com o diretor o contrato deve ser de mais de 20 anos.

“Empresas de qualquer parte do Brasil, inclusive de outros países poderão concorrer, o contrato deve ser em torno de 25 anos. Talvez em janeiro ou fevereiro a Arena já esteja privatizada, talvez”, completou.

Atualmente o valor mensal total da manutenção da Arena da Amazônia é de R$ 700 mil, incluindo todas as despesas. Por enquanto a FVO está conseguindo administrar o estádio sem muitas dificuldades. Mesmo assim, Ariovaldo Malízia se diz a favor da privatização.

“Até aqui estamos equilibrando bem a balança. Vivemos um bom período, mas não sabemos até quando as coisas continuarão assim, precisamos pensar lá na frente. Por isso, devido a minha experiência com o Vivaldão, penso que a privatização pode ser a melhor opção para a Arena da Amazônia”.

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