Domingo, 15 de Dezembro de 2019
Craque

Atletas amazonenses da Apae Manaus fazem bonito em Campo Grande e voltam pra casa cheios de medalhas

Quatro atletas da Apae Manaus participaram das Olímpiadas Especiais da Apae e quebraram um jejum que durava 21 anos sem medalhas para o Amazonas



1.jpg Valmar, Matheus, Alfredo e Maurício provam que a dedicação ao esporte pode render bons frutos
12/12/2015 às 16:37

Eles exibem com orgulho as suas medalhas e contam que ficaram felizes quando as receberam. Isso é unanimidade entre os alunos da Apae Manaus que participaram e venceram suas provas nas Olimpíadas Especiais das Apaes, que aconteceram entre os dias 3 a 7 de dezembro de 2015 em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Foram duas medalhas: Maurício Carvalho, da natação, foi ouro nos 50 metros e prata nos 25 metros. Ao todo, quatro atletas representaram o Amazonas na competição nacional.

Maurício, de 28 anos, pratica esportes desde criança. De acordo com o professor de educação física da instituição, André Simões, ele tem um ótimo desempenho na água.



“Ele se sente melhor na água. A movimentação dele dentro da piscina nem se compara com a agilidade que ele tem em terra firme”, explicou.

Outro campeão é Valmar Nobre, de 19 anos, que foi campeão no arremesso de peso na edição estadual dos jogos. O jovem pratica esportes há nove anos e é faixa azul de jiu-jitsu. A mãe dele Rosimeyre Nobre, explica que o filho melhorou muito quando começou a praticar atividades físicas. “Ele melhorou bastante. Ele fugia muito. A gente não podia descuidar, que ele sumia. Quando ele começou a fazer esporte, ele começou no jiu-jitsu, porque a academia ficava perto de casa e ele pediu para fazer. Ele mudou para melhor”.

 O professor André falou que Valmar teve uma preparação semelhante a de um atleta de alto rendimento e que o jovem se adaptou aos treinos.

“A preparação dele foi praticamente a de um atleta de alto rendimento. O Valmar foi o aluno que mais se identificou com o treinamento. Ele está na flor da idade, a família ajudou muito no desenvolvimento dele. Eu digo que ele é diferenciado. É como o Neymar para o futebol. A modalidade que você colocar ele pega”, contou o professor, orgulhoso do aluno.

Investimento

Há dois anos como professor de educação física da Apae, o professor André disse que nesse período houve uma mudança na prática de atividades físicas dos alunos. “Eles estavam estagnados e eu fiz um trabalho para eles saírem da estagnação e começarem a movimentar o corpo. E atividade física veio como uma forma deles saírem do sedentarismo,   como prevenção de doenças”.



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