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'Briga sadia':Da Silva e Michell Parintins são parceiros e disputam um vaga no time do Fast

Retornando de lesão na coxa que o deixou de fora de cinco jogos, o "Pajé" Michell Parintins tem a concorrência do amigo Da Silva, que vem fazendo boas atuações no meio de campo do Rolo Compressor 02/06/2015 às 10:46
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Michell Parintins e Da Silva fazem dupla no futvôlei nos recreativos no Fast Clube e mantém firme a parceria.
Denir Simplício Manaus (AM)

O momento do Fast Clube no Barezão é tão bom dentro, quanto fora de campo. A prova disso é  a disputa entre os amigos Da Silva e Michell Parintins por uma vaga no meio de campo do Rolo Compressor. Os “parças”, que fazem dupla no futvôlei durante os treinos recreativos na Ulbra, torcem um pelo outro e deixam a vaidade de lado em prol da equipe.

Retornando de lesão na coxa, o “Pajé” Michell Parintins atuou por aproximadamente  meia hora na vitória do Tricolor de Aço sobre o Princesa do Solimões, pelo primeiro duelo das semifinais do Estadual. O meia parintinense comentou que ainda não está em suas totais condições físicas e que, independente de quem atue, torcerá pelo companheiro em campo.

“Eu tô voltando agora. Entrei pra ajudar o grupo e acho que fui bem. Mas quem decide quem joga é o professor (Cavalo). Aqui não tem vaidade. O que prevalece é o grupo. O Cavalo conhece cada um aqui, sabe das qualidades de todo mundo. Acho que quem entrar, independente se for eu o Da Silva, nós vamos dar o nosso melhor pra ajudar a equipe”, disse.


Parintins também mencionou que William Kremer também está na briga por um lugar no time e que todos são jogadores muito técnicos. “Entre eu, Da Silva e o Kremer não existe vaidade. São todos meias de grande qualidade e quem for jogar a gente vai torcer um pelo outro e pelo sucesso do colega”, lembrou o jogador, que se contundiu na partida com o Operário, pela 14ª rodada.

Agora é com o Cavalo

O meia Da Silva era reserva do Tricolor de Aço quando a dupla no meio de campo era formada por Michell Parintins e o “Mago” Rosembrick. Com as contusões de ambos surgiu a oportunidade do meia alagoano ajudar a equipe, e ele não decepcionou. Foram passes e gols que ajudaram o Rolo Compressor a se tornar o melhor ataque do Brasil.


Da Silva lembrou de quando estava na reserva e que agora a decisão de quem joga é do treinador. “Estive no banco quando ele tava jogando e sempre respeitei ele (Michell). Agora fica a critério do professor. Ele é quem decide”, disse o jogador, empurrando o “problema” para o técnico João Carlos Cavalo. “É uma briga sadia. É bom o grupo ser forte assim e a dor de cabeça agora é toda dele” brincou o Da Silva.


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