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Britânico vence o Mundial de Paratriathlon que aconteceu na Pronta Negra, em Manaus

Competição foi realizada na manhã deste sábado (11), na Zona Oeste de Manaus, e contou com atletas do mundo todo, inclusive locais. Britânico, porém, foi quem venceu a competição internacional 13/10/2014 às 10:18
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A competição que contou com paratletas do mundo todo desembarcou pela primeira vez na capital amazonense
acritica.com* Manaus (AM)

42 graus, muito suor, superação e vitórias. Este foi o gostinho que os mais de 100 participantes da 2ª etapa do Campeonato Mundial de Paratriathlon, realizado na manhã do último sábado (11), na praia da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, sentiram durante um pouco mais de uma hora de prova. A competição, que contou com paratletas do mundo todo, desembarcou pela primeira vez na capital amazonense e teve o apoio da Secretaria de Estado da Juventude Desporto e Lazer (Sejel).

De acordo com o presidente da Confederação Brasileira de Triathlon, Carlos Fróes, a modalidade passa por um momento de propagação no País, já que em 2016 estreia em Olimpíada. “O paratriathlon estreia em 2016 na Paraolimpíada. Então, agora é o momento da população conhecer um pouco mais do esporte, ter uma visão melhor da modalidade e saber reconhecer o esforço dos paratletas e como é esse esporte”, disse o cartola.


Algo em comum entre os participantes foi que todos falaram sobre a dificuldade do clima. O calor, a água quente do rio Negro e o mormaço tornaram difícil o desempenho dos atletas, entretanto não os impossibilitou de tentarem alcançar melhores desempenhos.

O campeão

Responsável por vencer a categoria PT4 (paratletas com deficiência nos membros), o britânico Chris Frost  falou sobre as dificuldades de vencer a prova em Manaus, cidade com o clima muito diferente do europeu. “Muito mais quente do que tudo que eu li. Pesquisei sobre a cidade na Internet antes de vir para cá e a cidade é completamente diferente de tudo (que imaginava)”, disse o britânico de 36 anos.


Quanto à prova, o vencedor admitiu que apesar da liderança e da excelente marca de 1 horaS e 7 minutos, passou sufoco em alguns momentos decisivos da competição. “Na bike não me sai bem. Estava cansado e pensei que a agua fosse refrescar, mas foi ao contrário. Mas acontece. Quando saí de casa, minha esposa já disse que seria difícil. Mas estou feliz, somei pontos e agora estou bem para a próxima etapa e no ranking mundial”, completou Frost.

*Com informações da assessoria de imprensa da Sejel

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