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Esportes
Craque

Caderno de esportes do jornal A Crítica comemora cinco anos

Humor, criatividade e dinamismo fazem a combinação do estilo do caderno que há cinco anos é a fonte de informação esportiva dos leitores de A CRÍTICA 03/03/2013 às 16:53
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Jornalistas comemoram cinco anos do caderno mais lido do Amazonas
Paulo Ricardo Oliveira Manaus (AM)

O caderno CRAQUE completou no sábado (02) cinco anos de labuta diária, consolidado como espaço cativo do jornalismo esportivo moderno. Humor, criatividade e dinamismo fazem a combinação do estilo do caderno que há cinco anos é a fonte de informação esportiva dos leitores de A CRÍTICA.

Houve uma pausa na produção para uma comemoração, quando repórteres, ilustradores, diagramadores, tratadores de imagem, fotógrafos e diretoria se reuniram em clima de descontração e dividiram salgados e um bolo personalizado.

Entusiasta do caderno, a diretora de redação, Aruana Brianezi, 35, destaca alguns feitos da cobertura esportiva do CRAQUE. “Em cinco anos, o Craque participou de grandes momentos da história do jornal A CRÍTICA. Destaco a capa histórica, bilíngue, por ocasião da visita de inspetores da Fifa que escolheriam as cidades-sede da Copa 2014 e a cobertura das Olimpíadas. Em meia década de existência, o caderno se consolidou no mercado local e é referência entre leitores de esporte, uma grata comprovação de que estávamos certos ao apostar em um produto que ‘joga para a torcida’”, destacou a diretora de redação.

Especiais

Inovação é uma que define bem o CRAQUE. Desde o início sob comando do editor, Leanderson Lima, 32, o caderno brindou o leitor com inovações no jornalismo esportivo local, como a criação de edições especiais dos principais campeonatos do País, a presença de opinião (o papo de CRAQUE) nas edições diárias, além de valorizar as colunas de opinião que hoje são 100% produzidas pelos jornalistas da casa. “Hoje o público interage muito com a nossa equipe”, afirma Leanderson. O CRAQUE também esteve na vanguarda quando abriu espaço para as artes marciais mistas, o MMA (sigla inglês) e até lançou a primeira coluna do estilo na cidade.

Arte

Com uma equipe que mescla juventude e experiência, o CRAQUE trabalha com abordagens diferenciadas e ainda se dá ao luxo de ter um ilustrador oficial, Rogério Mascarenhas, Romahs, 41, - que também é roteirista da Turma da Mônica, de Maurício de Souza - para dar asas à imaginação nas matérias de destaque de capa. “O CRAQUE trouxe o humor pra cobertura esportiva local, com ilustrações irreverentes e textos criativos”, lembrou o artista parintinense.

“Nestes cinco anos só temos a agradecer à família Calderaro por confiar no nosso trabalho. Obrigado dona Cristina, Dissica, todos que sempre nos deram todo o apoio. Temos um imenso orgulho de fazer parte desta história”, comemora Leanderson.


Paulo Ricardo Oliveira - Repórter do CRAQUE

Trabalhar no CRAQUE é, acima de tudo, motivo de orgulho para mim. Todos os dias chego motivado ao aquário. Além do espírito de equipe, o riso quase sempre toma conta do ambiente. A gente trabalha com descontração, fazendo o que gosta, mas com comprometimento. Quando se pensa que não, a edição está pronta, e não deixa a desejar aos grandes jornais do País.

Não fiz parte do projeto inicial. Quando cheguei aqui, o caderno já estava consolidado. Apenas me enquadrei no esquema e a coisa fluiu numa boa. Também pudera: trabalhar com tanta gente competente e bacana fica fácil. Ando triste. Perdi meu pai no dia 14 de janeiro, leitor assíduo do CRAQUE. A partir de então o caderno passou a exercer uma função terapêutica no meu dia a dia. A ausência incomoda o tempo inteiro. Dentre outras funções, o CRAQUE é meu conforto, meu antidepressivo.

Paulo André Nunes - Editor-Assistente do CRAQUE

O CRAQUE já nasceu vencedor, polêmico, engraçado, irônico, direto, subversivo, dramático, inquieto, querendo revolucionar. E vem conseguindo. O exemplo disso é o que chega ao leitor de A CRÍTICA diariamente. Fruto de um trabalho literalmente gostoso e atraente aos olhos de todos nós que labutamos seguindo a tradição do “De Mãos Dadas com o Povo”, slogan criado pelo saudoso jornalista Umberto Calderaro.

Há críticas, claro. Algumas exageradas, injustas...outras coerentes, afinal estamos numa democracia. Mas ainda bem que elas existem, pois provam que estamos gerando discussões, sejam elas de qual modalidade for. O importante é fazer o leitor pensar. E podem acreditar: o CRAQUE feito por nós tem o único objetivo de levar a você, leitor, o melhor do esporte local, nacional e internacional. Afinal, para nós, o grande CRAQUE é você!

Leanderson Lima - Editor do CRAQUE

Foram cinco anos de alegria, conquistas, grandes batalhas, lágrimas e uma bela história para contar. Sorrimos quando demos vida às primeiras edições especiais (que são o meu xodó até hoje), tivemos muitos momentos de alegria dentro do “aquário” e também choramos quando perdemos nosso grande amigo, o editor assistente, Tiago Menezes, em 2010.

Fazer parte do CRAQUE foi um presente que Deus me deu. Achei que ficaria pouco tempo por aqui, mas lá se vão cinco anos. Só tenho a agradecer por tudo. Agradeço até às dificuldades, porque, como diria Chico Xavier: “elas nos fazem andar pra frente”, agradeço pelos amigos que fiz enfim, por tudo. Agora, a luta continua. Por mais quanto tempo? Não sei. O futuro a Deus pertence. Só sei dizer uma coisa: tenho orgulho imenso de toda a nossa história. “Missão dada é missão cumprida”.

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