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Campeonato de jiu-jítsu reúne advogados, familiares e convidados em Manaus

Primeiro Campeonato de Jiu-jitsu da OAB-AM aconteceu no último sábado. Evento contou com mais de 200 participantes 16/08/2015 às 22:00
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Pequenos lutadores mostram que mandam muito bem nos tatames
Lorenna Serrão Manaus (AM)

Agosto é o mês dos advogados e por isso, no fim de semana, os que trabalham no Amazonas resolveram trocar o terno e a gravata por quimonos e faixas. Coordenado pela  Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), o primeiro Campeonato de Jiu-jitsu da OAB-AM aconteceu no último sábado, na Vila Olímpica de Manaus, Zona Centro-Oeste, e de acordo com a organização reuniu mais 200 participantes, entre advogados, familiares e convidados.

“Nossa ideia com a realização desse torneio foi realmente movimentar a comunidade jurídica do Amazonas através do esporte. Ainda este mês, no próximo dia 29, vamos fazer também a “Caminhada dos Advogados”, que começará às 8h, na Ponta Negra e que deve encerrar as comemorações do mês dos advogados”, explicou Marco Aurélio Choy, vice-presidente da OAB-AM.

A competição foi dividida nas categorias infantil, infanto-juvenil, juvenil e adulto. Os três primeiros colocados de todas as decisões foram presenteados com troféus.

Crianças roubam a cena
Apesar de ser um campeonato destinado aos advogados, foram as crianças que roubaram a cena durante o torneio. Davi D’Almeida, de apenas cinco anos, é filho do advogado Alberto D’Almeida, e não só deu um show no tatame como ainda convenceu ao pai a se inscrever para participar da disputa.

“O Davi pratica judô há dois anos, ele gosta muito de lutar e quando eu falei que teria esse torneio ele também quis participar. Eu também já fui das artes marciais, mas estava parado há alguns anos, vou lutar hoje (sábado) porque meu filho me convenceu”, contou D’Almeida advogado eleitoral e familiar.

E apesar de estar empolgado e de até ter comprado um quimono novo especialmente para o evento da OAB-AM, Alberto D’Almeida teve que se contentar em apenas assistir a luta do filho, que na categoria infantil garantiu o troféu, enquanto o pai só colocou o quimono para posar para uma foto ao lado do filho campeão.

“Confesso que estava bem empolgado, passei a semana inteira treinando, mas o meu adversário não veio e eu venci por W.O”, contou D’Almeida que também saiu da Vila Olímpica com o troféu na mão.

“Queria lutar, mas acho que o mais legal desse evento é poder reencontrar pessoas. Hoje eu falei com colegas que não falava desde a faculdade. Isso mostra também que apesar da correria, a nossa classe é unida e essa interação através do esporte é realmente muito importante”, completou D’Almeida.

Quem também não foi para casa com as mãos vazias foi o faixa preta, coronel Mário Victor, que aos 59 anos garantiu mais um troféu. E ele contou com o apoio do filho Davi Araújo. “Pratico arte marcial há mais de 20 anos e treino na academia do meu filho (Davi), ele é o meu técnico e veio aqui hoje (sábado) me apoiar mais uma vez”, comentou.


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