Sexta-feira, 19 de Julho de 2019
DISPUTA

Campeonato de tênis reúne magistrados de várias partes do Brasil em Manaus

Durante dois dias, magistrados de várias partes do Brasil trocaram o martelo pelas raquetes para disputar a XXII Copa de Tênis da categoria



zCR020901_p01.jpg (Foto: Júnio Matos)
08/06/2018 às 20:34

Em meio à rotina de processos, audiências nos fóruns, o tênis é uma válvula de escape para relaxar e manter a saúde em dia. Porém, na última quinta e hoje, a diversão ganhou um caráter um pouco mais competitivo com a Copa dos Magistrados, que este ano aconteceu em Manaus na Academia de Tênis, Zona Oeste de Manaus. Ao todo 21 juízes de várias partes do Brasil jogaram em quatro categorias: livre até 50 anos, máster, feminino e duplas livres. As eliminatórias aconteceram na quinta e as finais na sexta.

Muitos dos juízes que participaram da competição conheceram o esporte ainda na juventude. É o caso do juiz amazonense Alexandre Lasmar, que joga há pelo menos 30 anos e aproveita o tempo livre para jogar.

“No tempo livre aproveito para jogar com os amigos. Aqui, com colegas juízes de outros estados, a gente aproveita para trocar experiência. É muito interessante”, explicou. E entre as experiências compartilhadas, estava a conversa antes do jogo com o adversário da semifinal livre, Gustavo Scaf. O juiz veio de São Paulo a Manaus pela primeira vez. 

“Sempre joguei desde criança e cheguei a disputar torneios quando adolescente, mas parei para estudar para concurso, trabalhar e agora ficou como hobby pelo menos para esquecer dos problemas do fórum e é uma válvula de escape dos problemas”, disse. A fala é parecida com a da juíza amazonense Joelma Nogueira. Trabalhando na cidade de Epitaciolândia (Acre) desde 2009, ela participa de campeonatos de tênis na Bolívia, país que faz fronteira com o município. “Jogo para relaxar, sair da frente do computador, dos processos e tirar novas energias para trabalhar melhor no fórum, bater uma bolinha, conversar com os amigos. É maravilhoso. Treino todos os dias”, 
contou.

Joelma enfrentou a juíza mineira Cláudia Helena Batista, de Belo Horizonte, que joga há 12 anos e se diz “outra juíza depois que começou com o tênis”. Ela conta que o esporte ajuda na concentração e até a solucionar processos complicados. “Quando tenho um processo complicado, eu vou para a aula e fica mais fácil depois. A cabeça fica mais fresca e o conselho que eu dou para todo mundo é que pratique um esporte”.

O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, Flávio Pascarelli, não joga tênis, confessa que é adepto do futebol, mas foi prestigiar a competição. “O esporte é sempre muito bom e quando praticado por magistrados ganha um status diferente. Além disso, a importância dessa competição aqui em Manaus mostra que a Associação de Magistrados está sendo prestigiada pela Associação de Magistrados do Brasil e atraindo um público específico e espero que eles tenham apreciado a nossa terra e que o torneio tenha tido o sucesso esperado”, comentou.

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