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Esportes
COPA A CRÍTICA DE DOMINÓ

Carlos Nascimento acumula experiências e muitas histórias na arbitragem e no esporte

Após muitos anos como atleta e como árbitro de futebol, Carlos também acumula anos de experiência na arbitragem do dominó 16/06/2018 às 08:41
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Carlos guarda muitas boas lembranças, e se emociona por estar participando de mais uma Copa A Crítica de dominó. Fotos: Antônio Lima/A crítica
Jéssica Santos Manaus (AM)

Enquanto os jogadores são as estrelas, a coordenação está nos bastidores da Copa A Crítica de Dominó. São  pessoas que trabalham no evento e que dão forma a ele, que fazem com que ele aconteça da melhor forma possível. Carlos Nascimento, “o Carlão”, 62, possui uma longa história não somente na Copa de Dominó, mas, também no Peladão e no esporte amazonense, e conta que as emoções que o esporte trouxe e ainda trazem para a sua vida têm valor inestimável. “Não conseguiria viver sem o esporte na minha vida, me emociona muito poder falar sobre isso porque é bom demais”, destaca ele. 

História

Carlos está presente na Copa A Crítica de Dominó desde a sua primeira edição, em 2007, mas sua história no esporte começou lá atrás, quando ele ainda era atleta. “Há 40 anos, eu inaugurava o estádio Roberto Simonsen, aqui no Sesi, e, nessa época,  eu estava jogando pela CCE, era goleiro. Meu treinador era o Jorginho, que tinha acabado de sair do Nacional, e tenho muito orgulho porque fomos campeões da Olimpíada Operária. Lembro que, naquele dia, enquanto todos comemoravam, eu fui me concentrar para a final do judô, no Sesi da Getúlio Vargas, onde ganhei mais duas medalhas, no peso médio e no absoluto”, relembra.


 Carlos disse que esse foi um momento especial para o esporte. “Era uma época de ouro porque as indústrias apoiavam seus atletas, então muitos deixaram o esporte profissional para trabalhar numa indústria e fazer parte de uma seleção”.
Carlos só parou de jogar quando sofreu um acidente, e partiu para a arbitragem. “Passei 27 anos na arbitragem, e agora retornei para a arbitragem de futsal, fazendo a 1ª Copa da Calha do Rio Purus”, conta.
 
Arbitragem

No mundo da arbitragem, Carlos conta que tem honra de ter participado de duas finais de Peladão. “Hoje, falo sobre isso com meus filhos, meu filho mais velho também trabalhou comigo numa final de Peladão, onde trabalhamos como assistentes, no Vivaldo Lima, no jogo entre Alternativo e Cantareira, e considero que dei uma parcela de contribuição para o esporte, coisa que me deixa bem feliz”, destaca.

Mas a vida de Carlos na arbitragem não ficou apenas nos campos e quadras, mas, também, à beira das mesas de dominó também.“Estou na arbitragem desde a primeira edição da Copa A CRÍTICA de Dominó. Eu era aquele jogador de final de semana, fui convidado para arbitrar, então, peguei o regulamento e, de repente, entrei nesse mundo. Lembro que cheguei a arbitrar até as oitavas-de-final e também dei auxílio à semifinal e final”.
Ele conta que continua se impressionando com a Copa. “São poucas competições que reúnem tanta gente, eu vi o ginásio lotado e a vibração das pessoas”.

Seriedade no jogo

A arbitragem da Copa A Crítica de Dominó é conhecida pela sua competência, que torna o jogo justo para todos. Para Carlão, essa é a principal razão de o campeonato ser respeitado por seus participantes.

“Acho que em qualquer competição é necessário ter seriedade na arbitragem. Essa coordenação se preocupa muito com isso. Na hora do pega-pega mesmo, as pessoas às vezes se descontrolam, e temos aquele jogador do fim-de-semana e aquele que leva a sério, que tem um valor muito grande a Copa para ele, então, é preciso levar sempre a sério cada jogo. As pessoas vêm aqui, competem, têm torcida, cobertura da imprensa, veem a organização, então, quem está no meio sente essa adrenalina, essa vontade tanto dos jogadores como da coordenação”, ressalta Carlos.

 

Para ele, o nervosismo também atinge os árbitros, não só jogadores. “Você não pode sair da linha, você deve cumprir o regulamento, e ter respeito e educação com os competidores. Essas são coisas fundamentais”, destaca.

Conseguir essa seriedade dos árbitros é um desafio a cada edição da Copa, mas Carlos explica como a coordenação chega aos árbitros. “São necessários muitos árbitros. Por isso, cada um de nós acaba trazendo alguém que conhece o jogo. Isso é o que realmente valoriza a competição, e os próprios competidores facilitam o trabalho por conhecerem o regulamento”.

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