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Esportes
Time de 'raça'

Cavalo vai com seus ‘puro-sangue’ para cima do Rio Negro no Barezão Centenário

Ao contrário do que aconteceu na última rodada do Amazonense, o técnico do Fast vai com o que tem de melhor e promete ser páreo duro para o Rio Negro 19/10/2016 às 10:26 - Atualizado em 19/10/2016 às 10:46
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Com elenco com vontade de vencer o páreo sobre o Rio Negro, o 'Corcel Tricolor" quer atropelar na corrida runo ao título de 2016. (Foto: Denir Simplício)
Denir Simplício Manaus (AM)

Líder isolado da fase classificatória, com 24 pontos ganhos em 12 jogos. Melhor ataque da competição, com 24 gols, além da melhor defesa do campeonato - apenas cinco tentos sofridos. Como um cavalo de raça, o Fast Clube tomou a frente do Barezão Centenário e se tornou páreo duro para os demais concorrentes ao título do Barezão Centenário. 

No comando do “Corcel Tricolor”, o técnico João Carlos Cavalo confia seus “puro sangues” para vencer o páreo de hoje contra o Rio Negro e chegar a tão sonhada decisão do Estadual 2016. Depois de perder a última “corrida” para o Galo, onde entrou com um time misto, o treinador do Fast confirmou que vai com o que tem de melhor em seu “haras” para alcançar a vaga na final.

“Nós vamos entrar com nossa equipe titular. Temos a oportunidade de por em campo o que temos de melhor, a equipe que praticamente jogou todos os últimos jogos dessa fase de classificação. Como contra o Nacional, Princesa e São Raimundo”, revelou o técnico.

Questionado sobre o que fazer para que o Fast não caia nos mesmos erros do ano passado, quando foi eliminado pelo Princesa, Cavalo afirmou vai alertar seu time para os detalhes. “Temos de procurar ter cuidado com os detalhes do jogo. É um jogo decisivo e vamos procurar nos impor. Mostrar nosso poder ofensivo e o equilíbrio que temos mostrado durante toda a competição, de ser uma equipe operária”, disse o técnico do Tricolor pontuando as melhores características de seus puro sangue.

“Temos de manter nossa ofensividade, principalmente usando as características individuais de nossos jogadores. Como a velocidade do  Cassiano, da habilidade do Peninha, do oportunismo do Charles, da consistência que o Robinho vem mantendo na nossa equipe, que para quem vê de fora pouco participa, mas é o motorzinho do nosso time”, comentou.

“Cavalinho” de raça

Entre os atletas do elenco do Fast que brigam para estar no páreo na semifinal de hoje, às 18h, na Arena da Amazônia, está um que traz no sangue a mesma raça que João Carlos Cavalo mostrava nos gramados. Matheus da Silva Bento, carinhosamente chamado de “Cavalinho” pelos companheiros de time é filho do técnico do Fast e assim como os demais atletas do plantel fastiano, busca seu espaço no time do pai.

“Sei dividir essas coisas muito bem. Procuro obedecer. Ele está sempre me combrando aqui no treino e quando a gente está em casa também. Sempre fica me falando como devo fazer e o que preciso pra melhor e eu venho absorvendo e procurando melhorar”, disse o volante de 19 anos.

Reserva no Fast, Matheus teve a oportunidade de entrar jogando contra o Rio Negro na semana passada quando Cavalo entrou com time misto contra o Galo. “Tenho entrado muito bem nos jogos e tenho recebido elogios. Tenho procurado fazer o meu trabalho da melhor maneira possível”, disse o jogador que já sabe o que fazer caso seja escalado pelo pai para encarar o Galo hoje.

“Se tiver de entrar, vou aproveitar a oportunidade como sempre tenho feito. Vou dar o meu melhor e conseguir classificar o Fast para a Final”, concluiu.

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