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Charles e mais quatro atacantes brigam por uma vaga no ataque do Nacional

Time nao quer repetir os erros do ano passado e trouxe cinco atacantes para o Amazonense. Charles quer repetir sucesso de 2010, quando foi campeão pelo Penarol 25/01/2013 às 20:12
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Charles, atacante do Nacional
Carlos Eduardo Souza Manaus (AM)

Se depender do ataque do Nacional, o time já está à frente da concorrência pelo título do Amazonense em 2013. O Time tem cinco atacantes e todos com potencial de gol – Charles, Garanha, Felipe, Leonardo e Danilo Pereira.

Dos cinco, dois serão titulares e, como os treinadores, em geral, adotam a mesma regra, um fixo na área e outro com mais velocidade, são escalados. No caso do Nacional, Garanha é o único que joga fixo na área, com os demais vindo de trás com a bola dominada ou em velocidade.


Leonardo foi o artilheiro do ano passado no amazonense e fez parceria Charles e, em alguns jogos, com Garanha. Felipe já foi companheiro de Charles no Penarol e no América. O jogador se destaca pela combatividade no meio campo e não atua muito entre a zaga adversária.

Danilo Pereira chega com status de titular. Com currículo invejável, o atacante tem experiência internacional e pode ser o companheiro de um dos quatro no ataque Nacionalino, pois ele alia a velocidade à boa finalização.

Charles diz que está no elenco brigando por uma vaga no ataque Naça. Segundo ele, com a boa pré-temporada, todos os jogadores entram em condições de igualdade na briga por uma camisa de titular.

“Estamos trabalhando e quem vai decidir vai ser professor. Todos têm condições de jogar e cada um tem um estilo de jogo. Se todos estão bem quem vai quebrar a cabeça vai ser  treinador, porque no ano passado quando um se machucava ou ficava suspenso, não tinha atacante para entrar. Agora não, temos que entrar e fazer gols, porque a briga é boa”, disse o atacante.


Para o ´velho´Garanha, o Nacional está bem servido de jogadores, mas destaca os atacantes, pois todos, segundo ele, são competentes, mas atacante bom é aquela que faz gols.

“O velho Garanha está aqui só escutando a conversa. Se jogar ela na área sabe que o torcedor pode comemorar, mas a briga é sadia e quero estar nela. Quem ganha com isso é o Nacional”, disse.

O técnico Vilson Tadei ainda não definiu o time titular do Nacional. Até agora, o time tem priorizado a preparação física. Os treinos com bola são feitos em campos reduzidos. O Nacional estréia dia 16 de fevereiro contra o Rio Negro, no Estádio do SESI.

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