Sábado, 20 de Abril de 2019
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Craque

Cobrança de taxa de mil reais gera polêmica no 'Barezinho'

Associação de Clubes Profissionais do Estado do Amazonas (Acpea) adotou a taxa em comum acordo com os clubes, ainda assim valor deixa clubes divididos


10/04/2015 às 10:31

Os clubes que disputam as categorias de base do futebol amazonense não estão satisfeitos com a taxa de R$ 1 mil que passou a ser cobrado pela Associação de Clubes Profissionais do Estado do Amazonas (Acpea) - que organiza a competição junto a Federação Amazonense de Futebol (FAF)- para as três categorias juniores, infantil e juvenil. O valor vai ajudar com as despesas de arbitragem.

Nas duas reuniões realizadas para organizar o Estadual, dos 15 clubes que disputam a competição apenas Sul América e Holanda foram contra a taxa, mas há clubes que não concordam com o valor cobrado.

“Eu também sou contra, mas acatei porque temos condições. Mas estão querendo acabar com o primo pobre do Estadual, querem acabar com os times que não tem poder aquisitivo”, disse o vice-presidente do Tarumã, Zezinho Correa.

O técnico do Holanda, Leão Braúna, afirmou que o clube não vai mais participar da disputa.

“Amanhã (hoje) estaremos dando entrada na FAF o ofício comunicando a saída do clube. Não vamos disputar o juniores. Sou contra, porque eles (Acpea) poderiam cobrar taxas de inscrição, as carteirinhas... E fazer com que os clubes pagassem trinta reais dos 30 a 40 jogadores, só aí ajudaria muito”, afirmou.

O presidente do Sul América, Luiz Costa, não aprovou a cobrança da taxa. “Nunca vi categoria de base pagar para jogar. Profissional não paga e categoria de base têm que pagar? Discordo disso e ainda temos que pagar 400 reais da arbitragem por jogo. Se o governador souber disso ele não vai gostar, pois não é assim que vamos mudar o futebol”, esbravejou o dirigente.

Para o presidente da Acpea e vice-presidente do Fast, Claudio Nobre, o valor é justificado porque a prefeitura, talvez, não pague a arbitragem.

“Por dois anos a arbitragem foi paga pela prefeitura, que talvez não ajude mais. Então estamos sugerindo e os clubes aceitaram o valor para repassar a arbitragem. Se a prefeitura colaborar vamos devolver o dinheiro. Agora, quem é contra quer fazer uma coisa desorganizada, é quem aluga campo e não paga”, destacou o presidente. 

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