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Esportes
BRASILEIRÃO

Com gol no último minuto do primeiro tempo, Iranduba é derrotado pelo Rio Preto

A partida aconteceu no interior de São Paulo e atletas tiveram enjoos antes da partida por problemas com comida do hotel. Jogo da volta será em Manaus, no dia 20 12/09/2018 às 16:14 - Atualizado em 12/09/2018 às 18:25
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Foto: Léo Roveroni/Assessiva Comunicação
Camila Leonel Manaus (AM)

O Iranduba foi derrotado pelo Rio Preto por 1 a 0 na tarde desta quarta-feira (12) no primeiro jogo das quartas de final do Brasileiro Feminino. O gol foi marcado por Carol aos 49 minutos do primeiro tempo. A partida de volta acontece no dia 20 de setembro, em Manaus, às 20h.

Com o resultado, o Rio Preto joga pelo empate na Arena da Amazônia. O Iranduba precisa vencer por 2 a 0 para se classificar. O 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis.

O primeiro tempo foi de poucas chances. O Hulk neutralizou bem o adversário até o último lance do primeiro tempo quando o Jacaré puxou contra ataque. Maike espalmou o primeiro chute, mas Carol ficou com a bola e sozinha fuzilou na pequena área.

No segundo tempo, o Iranduba tentava chegar ao ataque, mas pecava nos passes e exagerava nas bolas longas. Resultado: pouco trabalho para a zaga do Rio Preto. O time paulista ainda teve um gol anulado aos 14 minutos após falta do ataque rio pretense. A melhor chance do Iranduba veio no fim do jogo com triangulação pelo lado direito entre a Sinara, a Djeni e Kelen. A atacante cruzou para a área e Elisa, livre de marcação, chutou à esquerda do gol.

Agonia horas antes da partida

Momentos antes da partida, as jogadoras Djeni, Giovânia, Gabi Moraes, Karen, Juliana e Cris sofreram com sintomas como enjôo, dor de cabeça, cólicas abdominais e diarréia. Segundo informações do departamento médico às atletas tiveram o problema após se alimentarem no hotel onde estão hospedadas.

O diretor de futebol, Lauro Tentardini lamenta a situação. “Nosso meio campo todo titular debilitado, sabemos o quanto a desidratação é prejudicial para o atleta. Mas fomos com elas para o hospital, para tentar fazer com que elas fiquem bem através da medicação. Mas é uma situação que a gente lamenta”.

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