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EM CASA

Com segurança reforçada, multidão recebe seleção francesa em Paris

Goleiro Lloris, capitão da equipe, foi o primeiro a descer do avião na chegada, com o troféu na mão, acompanhado pelo técnico Didier Deschamps. Elenco foi campeão da Copa do Mundo de 2018 16/07/2018 às 18:41
Show selecao francesa 2
(Jean-Paul Pelissier/Reuters)
acritica.com Paris

A seleção da França desembarcou nesta segunda-feira (16) em Paris, um dia depois da conquista da Copa do Mundo, e foi recebida por uma multidão que pintou a Champs-Élysées de azul, branco e vermelho, enquanto aguardava para ver os campeões e a taça mais desejada do futebol mundial.

O avião no qual a delegação havia embarcado na Rússia pousou no Aeroporto Charles de Gaulle às 16h50 no horário local (11h50 em Brasília), após quatro horas de voo, e recebeu dois jatos de água, como uma espécie de batismo, comum na aviação.

A ministra de Esportes da França, Laura Flessel, foi a encarregada de receber a delegação na porta da aeronave. O goleiro Hugo Lloris, capitão da equipe, foi o primeiro a descer, com o troféu na mão, acompanhado pelo técnico Didier Deschamps e pelo presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), Noël Le Graët.

Em seguida, todos os jogadores do elenco desceram pela escada da aeronave, até chegarem a um tapete vermelho. Em seguida, foram conduzidos a um pequeno pódio, onde tiraram a primeira foto em solo francês com o troféu conquistado.

A partir daí, o elenco foi levado em carreata até a Champs-Élysées, tendo como destino o palácio presidencial. Ao longo do caminho e principalmente na icônica avenida, centenas de milhares de pessoas se espremiam para tentar ver o ônibus com os jogadores.

Diante de tanta alegria, era visível também a tensão dos integrantes das forças de segurança. Mais de 150 mil agentes de diversas corporações foram escalados para trabalhar nas comemorações, que ontem (15) tiveram atos de vandalismo e confrontos. Além disso, havia o temor de atentados terroristas.

Por causa disso, houve precauções como a montagem de um cordão de isolamento que não permitia a aproximação de torcedores ao ônibus que transportava a seleção francesa. A carreata, inclusive, acabou antes do previsto, mas não houve divulgação de justificativa oficial.

A delegação concluiu o trajeto no Palácio do Eliseu, onde foi recebida pelo presidente Emmanuel Macron e a primeira-dama Brigitte Trogneux.

O chefe de Estado abraçou cada um dos 23 jogadores e também os integrantes da comissão técnica, antes de que todos possassem para uma foto comemorativa.

A primeira-dama, inclusive, brincou com o zagueiro Adil Rami, tocando em seu bigode, gesto que se tornou uma espécie de talismã para o elenco e era repetido antes de cada partida na Copa do Mundo.

Nos jardins do Palácio do Eliseu, a seleção foi recepcionada por quase 3 mil convidados, um terço deles composto por jogadores de categorias de base.

A festa estava programada para continuar em um hotel, localizado nos arredores da Praça da Concórdia, com ares de empolgação ainda maior que a celebração de ontem em Istra, onde os 'Bleus' se concentraram durante toda a competição. 

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