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JUDÔ

Competindo por clube de Minas Gerais, Maria Taba é ouro no Rio de Janeiro

Representando novo clube, a judoca amazonense Maria Taba fica com a medalha de ouro no Brasileiro Sub-20 da terceira região, que reuniu atletas da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro 16/04/2018 às 19:55
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Foto: Divulgação
Camila Leonel Manaus (AM)

No último fim de semana, a judoca amazonense Maria Taba conquistou a medalha de ouro na categoria meio leve (até 52kg) no Campeonato Brasileiro Região 3, no Rio de Janeiro. Acostumada a conquistar medalhas nas competições que disputa, a judoca tem uma novidade: este é o primeiro título representando o Minas Tênis Clube, de Minas Gerais.

Morando em Belo Horizonte desde o início do ano, após ser aprovada em um teste no fim do ano passado, a rotina da judoca mudou radicalmente. “É diferente, eu estava acostumada a morar com meus pais. Eles que me levavam para os lugares. Agora faço tudo sozinha”, relata a atleta que divide um apartamento com mais quatro judocas do Minas. A principal mudança, porém está na rotina de treinos, que agora é são os dois períodos do dia.

“Aqui tem tudo no clube: fisioterapia, médicos, academia. Eu tenho treinado tatame todos os dias, tenho vários parceiros de treinos. Fazemos preparação física todo dia pela manhã e de tarde é o treino no tatame todos os dias também”, explica.

Toda a estrutura e a nova rotina de treinos ajudaram Taba a se sentir mais preparada quando lutou no Brasileiro. Foram quatro lutas: três contra atletas do Rio e uma contra uma atleta baiana. Na final, Taba venceu Leiza Pereira, do Rio.

“Quando entrei no tatame, estava me sentindo mais confiante porque tenho treinado mais e me preparado mais”, conta a judoca que já mira nas próximas competições. “Os treinos têm sido bem intensos e agora estou focando para a Taça Brasil de Juniores e logo depois tem o Brasileiro Sub-21”. As duas competições acontecem mês que vem. A Taça Brasil em Belo Horizonte, e o Brasileiro Sub-21, em Lauro de Freitas, na Bahia.

Entre os treinos e competições, Maria Taba fala da saudade que sente em relação à terra natal. “Sinto mais falta da minha academia, do meu técnico e família”, concluiu.

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