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Corrida Internacional de Manaus vai contar com presença de corredores africanos e a premiação 'gorda'

Duas grandes novidades foram anunciadas para o evento: a presença do trio formado por Hillary Kitkogei, Betty Chetletihg (do Quênia) e o tanzaniano Kalisti Mihindi, e a premiação de R$ 40 mil 15/10/2013 às 18:27
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Aumento no valor da premiação é uma das novidades desta edição do evento
acritica.com* Manaus (AM)

Faltando um pouco mais de uma semana para a Corrida Internacional de Manaus, que acontece dia 24 de outubro, às 17h, na avenida das Torres, o titular da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), Fabrício Lima, anunciou nesta segunda-feira (14) duas grandes novidades para a competição. A primeira é a presença dos adversários mais temidos das pistas na prova, os africanos, enquanto a outra é a nova premiação em dinheiro. Agora, além dos R$ 30 mil para a categoria Elite, o evento vai dar aos cinco primeiros amazonenses um total de R$ 10 mil.

“Nós resolvemos aumentar a premiação em R4 10 mil para aqueles que representam o Amazonas. Logo, os primeiros colocados da masculino e feminino irão receber R$ 2 mil, o segundo R$ 1,2 mil, o terceiro R$ 1 mil, o quarto R$ 500 e o quinto R$ 300. Afinal, já que a corrida é de Manaus e no aniversário da Cidade, nada mais justo que criar uma premiação especial para os atletas daqui”, comentou Lima.

Domínio africano

O trio formado pelos quenianos Hillary Kitkogei, Betty Chetletihg, e o tanzaniano Kalisti Mihindi, está confirmado na V edição da Corrida Internacional. Os três devem chegar a Capital no dia 22 para aclimatação, acompanhados do agente deles no Brasil, Moarcir Marconi, o Coquinho.

“Eles confirmaram hoje (14) à tarde que realmente vão participar da Corrida e posso dizer que eles são os grandes favoritos a prova, pois tem uma resistência muito boa e são altamente velozes. Além disso, será a estreia deles em corrida no Brasil e com toda certeza vão querer marcar território em solo brasileiro”, afirmou Marconi, ao comentar sobre o domínio africano nas pistas.

“A liderança dos povos africanos nas corridas não é resultado de algo isolado, mas sim de diversos fatores. Fisiologicamente eles são capazes de correr a mesma distância que os outros atletas, mas utilizando menos oxigênio. Além do que, eles têm menos gordura e mais fibras musculares, colaborando nos bons resultados das provas de longa distância. Por isso, temos sempre a impressão que eles estão voando na pista”, disse o agente.

Esta não é a primeira vez que os africanos participam do evento em Manaus. Em 2009, a queniana Eunice Jepkirui Kirwa e o tanzaniano Martin Hhaway Sulle venceram a prova. Em 2010, houve dobradinha e novamente Eunice Jepkirui Kirwa faturou a Elite Geral feminina, enquanto que a masculina foi ocupada pelo queniano Joshua Kiprugut Kemei.

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