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Dirigente do Fast e técnico do Nacional avaliam adversários da Copa do Brasil

Vice-presidente Claudio Nobre gostaria de enfrentar o Santos, de Neymar, ao invés do CRB (AL), já o técnico Vilson Tadei considera o Águia de Marabá (PA) um adversário forte. 01/02/2013 às 11:04
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Enquanto diretoria queria enfrentar o Santos, equipe treina em preparação para o Estadual
A crítica Manaus (AM)

A diretoria do Rolo Compressor considerou o CRB um adversário valoroso, mas que não causa temor para a estreia na Copa do Brasil. “O CRB está na Série C, é um time forte, competitivo, mas nós temos um elenco forte, que ainda será reforçado com algumas peças, além de um técnico experiente em competições nacionais. Vai ser um jogo de igual para igual”, afirmou o vice-presidente Claudio Nobre, que torcia por um adversário com maior apelo de torcida.

 “Se fosse o Santos, por exemplo, teríamos a certeza de uma boa renda”, afirmou o dirigente que vai ter que se contentar com o adversário da Série C.

Enquanto a data da estreia na Copa do Brasil ainda não foi definida, o foco da equipe se volta para a estreia no Estadual de 2013, dia 16, contra o Tarumã, no estádio municipal de Borba (a 150 quilômetros de Manaus). Ontem, o técnico Claudio Marques comandou o terceiro trabalho com bola da temporada. “A equipe é competitiva. Temos um setor defensivo forte, bons jogadores no meio de campo e estamos bem no ataque. O que falta é ajustar o nome certo à posição certa em questões pontuais. No geral, estamos bem”.

Nacional quer conhecer águia

O técnico do Nacional, Vilson Tadei, disse que acompanha o Águia de Marabá e considera um time forte, competitivo, mas afirmou desconhecer jogadores e detalhes táticos do time.

“Não conheço a equipe em detalhes, mas a gente acompanha o futebol em todo o País e sabe que o Águia de Marabá é uma equipe forte, que participa sempre com destaque nas competições”.

Há três semanas no cargo, o treinador analisa que o Leão da Vila deve ter um elenco forte, versátil, com peças de reposição de nível, porque o time vai disputar paralelamente a Copa do Brasil e o Estadual, duas competições importantes que estão nos planos de conquista para o ano do centenário.

 “Temos hoje um elenco de 23 jogadores. Estamos ajustando eles nas devidas posições e procurando reforçar ainda mais para ficarmos fortes para essas competições”.

Vilson entende que há desgaste quando um time disputa dois campeonatos paralelamente, mas que isso faz parte da realidade das equipes. “Temos que encarar isso e trabalhar da forma mais eficiente”.

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