Sábado, 14 de Dezembro de 2019
JOGO ATRASADO

Iranduba e Rio Negro se enfrentam pelo Barezão Feminino neste domingo(10)

Ambas equipes vivem situações opostas na competição, com as meninas do Hulk classificadas e as guerreiras do Galo há três jogos sem vencer



Iranduba_e_Rio_Negro_2AEDB0FE-379B-4537-8A4B-BE4603C7CA4C.jpg Foto: Sandro Pereira/Freelancer
10/11/2019 às 14:13

Classificadas à semifinal do Barezão Feminino 2019, as meninas do Hulk (apelido do Iranduba) fazem embate contra as Guerreiras do Galo (alcunha do Rio Negro), às 15h30 deste domingo (10), em jogo atrasado da quarta rodada do Barezão Feminino, no CT do 3B da Amazônia.

Apesar de estar na ponta da tabela do Estadual, com 12 pontos, o Iranduba não pensa em folga e vai com força total para o jogo. O  treinador João Carlos Cavalo classificou como importante dar continuidade e ritmo às jogadoras na competição.



“Eu vejo que o momento nosso como a gente vai um jogo decisivo lá em Itacoatiara na última rodada. Então eu vou procurar não mudar  a equipe que está jogando frequentemente pra não mudar muito o aspecto de jogo nosso”, disse o técnico do Hulk.

Com a volta de duas jogadoras por lesão, a atacante Júlia Beatriz e a zagueira Victória Cabral, o treinador do Iranduba indicou utilizar as atletas no decorrer do confronto para reforçar o grupo. 
“Eu vou procurar observar a Júlia que estava voltando de contusão e a Victoria também que estava parada. Então vai ser um jogo que eu vou poder observar melhor, mas não vou mudar muito a equipe, eu acho que é um momento pra gente ganhar mais entrosamento. E é importante está fazendo jogos como esse pra fortalecer todo grupo”, declarou Cavalo.

“E claro que no decorrer da partida, nós vamos colocar as meninas pra dá uma condição melhor, principalmente das atletas do sub-18”, enfatizou. 

Reação alvinegra

Se o Iranduba vem de série invicta na competição, o Rio Negro vem de três derrotas, mas não “jogou a toalha”, e a meia atacante Nora, do Galo, falou dos fatores da queda de rendimento no Estadual, mas fez ressalva da motivação do grupo.

“O time deu uma caída  sim por conta da nossa equipe estar  bastante desfalcada. Nós  nos machucamos  e  a recuperação  é  um pouco demorada. De atacante virei zagueira. Mas isso tem nos  motivado  mais a entrar  em campo pra vencer. Estamos fazendo o máximo  para nós erguer”, frisou a jogadora do time Barriga Preta.

Fora do G4 do Barezão Feminino, o Rio Negro quer arrancar pelo menos um empate, e a camisa 10 Nora, segue confiante para cumprir essa missão.  

“Vamos dar   o melhor de nós para tentarmos pelo menos um empate contra o Iranduba. Sei que será  difícil, mais nada é  impossível”, finalizou a meia atacante do Galo da Praça da Saudade.

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Repórter do Craque
Jornalista formado na Ufam, campus de Parintins. Estudante de pós-graduação em jornalismo esportivo na Universidade Estácio de Sá. Repórter do Caderno de Esporte ‘Craque’ de A Crítica desde novembro de 2018.

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