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Em casa, Sul América volta à realidade dos treinamentos

Clube que realizou a pré-temporada em Minas Gerais, com boa estrutura nos treinos, agora encara o campo de areia situado no bairro Glória 14/02/2013 às 12:44
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Condições de treinos passam longe do ideal, mas elenco segue confiante
A crítica Manaus (AM)

Campos de boa qualidade para treinar, clima agradável e distância dos adversários do Campeonato Amazonense já é coisa do passado no Sul América. De folga na primeira rodada da competição, a equipe agora tem pouco mais de uma semana antes da estreia para se adaptar ao clima amazônico, novidade para a maioria dos jogadores.

O dia de ontem, quarta-feira (13), foi de reconhecimento do novo local de treino, o campo de areia do clube, situado no bairro Glória. Após treinos físicos pela manhã, a tarde foi de avaliações táticas do técnico Oscar Conrado. “Nos treinamentos não há muito que fazer. Só a parte tática e emocional do elenco, que é fundamental nesse momento”, ressaltou.

Nas conversas dos atletas antes do treino começar, na tarde de desta quarta-feira (13), chamava a atenção a variedade de sotaques. São reforços que vieram de Minas Gerais, Bahia, São Paulo, entre outras localidades, que independente do sotaque, tinham o mesmo discurso. “Posso quebrar a cara, mas vão ter que correr muito para vencer a gente”, exaltou o zagueiro Wanderson, que só observou o treino, pois está com a mão direita fraturada.

Tamanha empolgação do elenco só precisa ser equilibrada com a adaptação, segundo Conrado. “Agora é muito calor, chuva... É colocá-los na nossa realidade aqui de Manaus, até porque são muitos jogadores que chegam de vários lugares do Brasil”, constatou.

Quem já conhece o futebol amazonense não sofreu impacto ao ver a péssima condição em que se encontra o campo de treinos do Sulão. É o caso dos atacantes Robenilson, o Imperador, e Dener, que defenderam o rebaixado Operário em 2012, além do zagueiro Luís Fernando e do lateral direito Tiago, que acumulam passagens pelo futebol do Estado. A despeito dos últimos anos, o número de amazonenses no Trem da Colina está reduzido: apenas quatro.

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