Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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Craque

Em clima de leveza, Princesa aumenta horas de concentração com foco na semifinal

Por ideia dos jogadores, o horário de concentração da equipe foi aumentado, para que o time possa ter melhores recuperação física e alimentação e aumentar o foco na reta final do Barezão


29/05/2015 às 10:53

Mal a equipe de reportagem do CRAQUE chegou ao Sesc de Manacapuru, onde os atletas do Princesa do Solimões faziam trabalho de recuperação física, na última quarta-feira, já foi possível sentir um clima diferente entre os comandados do técnico Zé Marco.

Às vésperas do primeiro jogo da semifinal do Amazonense contra o Fast, no sábado, na Colina, os atletas do Tubarão aparentavam mais leveza e entrosamento do que na fase classificatória, fator importante dentro e fora de campo a um time que se pretende campeão.

Na primeira fase, o time de Manacapuru teve de fazer todos os 18 jogos fora de casa devido ao atraso de um ano na reforma do estádio Gilberto Mestrinho, o Gibertão, em Manacapuru, cuja entrega será, ironicamente, será dois dias depois do jogo contra o Fast.

O desgaste da equipe, que também jogava Copa do Brasil e Copa Verde no começo da temporada, era perceptível não só nas constantes lesões entre os jogadores, mas explicava o nível de tensão entre os jogadores dentro de campo.

Porém, embora frustrado com a impossibilidade de jogar em casa neste ano (mesmo se passar para a final, o time deve fazer os dois jogos contra o outro finalista em Manaus, por força do regulamento), o time tem mostrado união na hora certa.

Por ideia dos jogadores, o horário de concentração da equipe foi aumentado, para que o time possa passar mais tempo junto, e até os jogadores que tem residência em Manacapuru foram convocados a dormir com os colegas na moradia coletiva dos atletas.

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“Todas as equipes contrataram, tem praticamente duas equipes em uma. Nós fomos o que menos contratamos. Essa sequência de jogos dá uma cansada, cansa a mente, não só o corpo”, diz o defensor Deurick, que vê com bons olhos a iniciativa dos jogadores.

“Estar junto, comendo junto, conversando. A gente não tinha isso. Isso é uma coisa dos atletas. Nós fomos que queremos isso. Nas finais tudo é válido”, diz o jogador, seguido pelo zagueiro-artilheiro do Tubarão, Gilson.

“É bom porque agora é mata-mata. Não tem onde errar agora. Então não custa nada a gente passar duas semanas concentrando mais em prol do objetivo de passar pra final. A gente se dá super bem na concentração”, diz Gilson, que diz que agora o campeonato é outro, assim como o Princesa.

“O clima já tá diferente. Você está vendo aí a alegria da equipe da gente. Agora é passar a alegria de dentro pra fora de campo, mas dentro de campo com responsabilidade. É outro campeonato, é outra história”, diz ele.



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