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Enchente faz CBF cancelar jogo entre Rio Branco-AC e Vasco pela Copa do Brasil

Partida marcada para esta quarta (4) valia pelo jogo de ida do torneio. Ambas as equipes entraram em acordo e adiaram o duelo. Capital acreana sofre com a cheia a prefeitura de Rio Branco decretou estado de calamidade pública 02/03/2015 às 12:05
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Enchente no rio Acre forçou o cancelamento da partida entre Vasco e Rio Branco-AC pela Copa do Brasil.
ACRITICA.COM Manaus (AM)

A partida entre Rio Branco-AC e Vasco da Gama está cancela. A decisão foi confirmada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que acatou o pedido das diretorias dos dois clubes. A causa do cancelaamento do jogo é a enchente que atinge a capital do Acre. Uma nova data para o confronto, que é válido pela primeira fase da competição, ainda não foi confirmada.

A notícia foi confirmada no site oficial do clube de São Januário. “O jogo entre Vasco e Rio Branco, que seria realizado na próxima quarta-feira (04/03) pela Copa do Brasil, foi adiado pela CBF e ainda não tem nova data definida. A capital do Acre, onde aconteceria o confronto, está em situação de calamidade devido a enchente que atinge a região”, diz o comunicado.

A delegação cruzmaltina viajaria para a capital acreana nesta segunda-feira (2), mas devido ao cancelamento do jogo, a comissão técnica deverá redefinir a programação do elenco. O time de Doriva tem enfretado uma grande carga de jogos e o tempo “ganho” com o adiamento do duelo é bem vindo. O departamento médico do clube vai aproveitar para recuperar alguns jogadores lesionados para a sequência do Cariocão.

Cheia assola o Acre

Em estado de calamidade pública desde o último domingo (1º), Rio Branco sofre com a cheia do rio Acre. A prefeitura da capital acreana adotou a medida na intenção de pedir socorro às autoridades do Estado e da União. Com a subida das águas, as aulas nas escolas forão suspensas e os problemas se agravam cada vez mais.

Segundo a prefeitura, mais de 14 mil casa foram atingidas pela enchente, causando danos para aproximadamente 50 mil famílias em diversos bairros da capital. Pelo menos 150 mil habitantes foram afetados com a cheia e mais de 5 mil estão alojadas em quatro abrigos montados pela prefeitura e governo do Estado.

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