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Esportes
SONHO COMEÇA HOJE

Amazonense se dedica sonhando com o ouro no Brasileiro de Judô

Judoca amazonense Rickson Pimentel lutará no Brasileiro de Judô Sub-21. O objetivo é ranquear para chegar na seletiva olímpica e tentar vaga para 2020 26/05/2017 às 21:17 - Atualizado em 27/05/2017 às 18:36
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(Foto: Antônio Lima)
Camila Leonel Manaus (AM)

A luta sempre esteve presente na vida do judoca amazonense Rickson Pimentel, 20. Começou com o jiu-jitsu aos seis anos através do incentivo da família. Depois veio o judô, aos 12 anos. A ideia inicial era apenas treinar, mas logo  vieram as competições e foi inevitável levar o esporte mais a sério e começar a sonhar em chegar mais longe. E é para chegar além que Rickson se prepara.

Hoje, a partir das 8h, ele disputa o Campeonato Brasileiro Sub-21, na categoria até 66kg, em Lauro de Freitas, na Bahia. Para isso, chega a ter quatro treinos no dia. E o Brasileiro faz parte de um sonho maior: chegar à Seletiva Olímpica, que acontece no fim do ano. E, quem sabe, estar entre os judocas que participarão do novo ciclo olímpico.

“Eu já competia no jiu-jitsu. Naturalmente eu já ia participar de campeonatos de judô na cidade mesmo. Só que em menos de oito meses eu me classifiquei para o Brasileiro e foi assim, puxando um campeonato atrás do outro.  Eu acabei  entrando na seleção de base quando eu fiz 17 e isso foi me dando mais vontade de sonhar,  e fazendo eu me apaixonar mais pelo judô, pelo esporte e sonhar em lutar uma Olimpíada”, disse o faixa-marrom de judô e faixa-preta de jiu-jitsu.

Mas para alcançar os objetivos é necessário muito treino e disciplina. O dia do judoca começa às 6h da manhã quando ele sai do São Jorge, bairro da Zona Oeste onde mora, para o primeiro treino de jiu-jitsu na Vila Olímpica três vezes por semana. Em seguida, a preparação física. No fim da tarde e entrando pela noite, Rickson ainda tem mais dois treinos. Tudo isso conciliando com a rotina de estudos. O atleta cursa o 3° período da faculdade de Direito. “Eu sempre fui apaixonado pelo direito. Eu gosto de educação física também, mas escolhi Direito porque eu gosto muito desse curso apesar de ser muito puxado”.

Apesar da dedicação ao curso, ele diz que no segundo semestre pretende trancar o período para se dedicar exclusivamente para a seletiva olímpica. “Vou trancar para focar nos treinos. Tem o Brasileiro agora e eu pretendo ranquear bem para ter uma vaga na seletiva no fim do ano e quem sabe chegar nos Jogos Olímpicos”, explicou o atleta que é fã do judoca japonês Toshihiko Koga. “Eu me inspiro muito nele. O cara é um fenômeno”.

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